Reencontro de ex-rubro-negros no Japão
Ídolos do Sport, Nelsinho Batista e Durval estarão frente a frente na semifinal do Mundial de Clubes
Diario de Pernambuco
A suada vitória por 4 a 3 nos pênaltis do Kashiwa Reysol sobre o Monterrey, na manhã de ontem, assegurou um inesperado reencontro de ídolos rubro-negros. Na semifinal do Mundial de Clubes, que está sendo disputado no Japão, o treinador Nelsinho Batista, comandante do time oriental, terá como adversário a sua voz em campo nos tempos de Sport. Afinal, era o zagueiro Durval quem carregava a braçadeira de capitão e o espírito de liderança nas conquistas marcantes para os leoninos, como a Copa do Brasil de 2008.
O aperto de mãos dos ex-companheiros está marcado para acontecer às 8h30 (horário do Recife) da próxima quarta-feira. Depois será um para cada lado em busca de um objetivo histórico. A conquista de um título mundial é algo que não consta no currículo dos dois. Um troféu que se transformará em requinte de luxo nas vitoriosas trajetórias dos desportistas em suas atuais equipes.
Depois de deixar o Leão da Ilha, em 2009, Durval aportou no Santos e deu sequência a sua rotina de títulos. Conquistou mais uma Copa do Brasil, dois campeonatos paulistas e uma Taça Libertadores da América. Já Nelsinho Batista saiu do Sport para reerguer o Kashiwa. Em dois anos, tirou a equipe da segunda divisão local para assegurar o título do Campeonato Japonês.
De longe, atletas que viveram os momentos de glória no Sport junto com os dois estarão na torcida. Parceiro de Durval em vários jogos, César já elegeu que camisa “vestirá” na quarta. Nascido em Guarulhos, em São Paulo, o zagueiro viu a paixão pelo futebol crescer torcendo pelo Santos.
“É meu time de coração. Além disso, Durval vai estar lá. Tenho muita amizade com ele. Apesar de ele ser muito tímido e fechado. Eu era um dos poucos que tinha liberdade para brincar com ele no Sport”, declarou César, que conversou com o jogador na última sexta-feira pela internet. “Ele falou que a ansiedade para jogar o Mundial estava muito grande”, acrescentou.
O relacionamento dos defensores ainda segue estreito mesmo com a distância. O filho de César, inclusive, entrou em campo de mãos dadas com Durval na partida diante do Cerro Porteño, disputada no Pacaembu, e que valia uma vaga na final da Libertadores. O zagueiro rubro-negro, contudo, também faz questão de ressaltar a gratidão que tem por Nelsinho. “Foi ele quem me pediu de volta para o Sport em 2008. É melhor de todos os treinadores com quem trabalhei.”
Nelsinho Batista
Deixou o Sport em 28 de maio de 2009. A decisão do treinador surgiu após a desclassificação do time da Copa Libertadores e o desentedimento com alguns jogadores nos vestiários. Entre eles, estava o meia Paulo Baier, outro que também deixou o clube na sequência. Além da Copa do Brasil, Nelsinho conquistou dois Campeonatos Pernambucanos com o Sport (2008 e 2009).
Durval
Contratado junto ao Atlético-PR, em 2006, Durval traçou uma carreira vitoriosa no Leão da Ilha. Foram quatro campeonatos estaduais,
além do título da Copa do Brasil. O jogador, exaltado como o melhor zagueiro do país pela torcida rubro-negra, só saiu do Sport após o rebaixamento do clube para a Série B, em 2009. Foi quando se dirigiu ao Santos a pedido de Dorival Júnior, com quem havia trabalhado no Rubro-negro.
O aperto de mãos dos ex-companheiros está marcado para acontecer às 8h30 (horário do Recife) da próxima quarta-feira. Depois será um para cada lado em busca de um objetivo histórico. A conquista de um título mundial é algo que não consta no currículo dos dois. Um troféu que se transformará em requinte de luxo nas vitoriosas trajetórias dos desportistas em suas atuais equipes.
Depois de deixar o Leão da Ilha, em 2009, Durval aportou no Santos e deu sequência a sua rotina de títulos. Conquistou mais uma Copa do Brasil, dois campeonatos paulistas e uma Taça Libertadores da América. Já Nelsinho Batista saiu do Sport para reerguer o Kashiwa. Em dois anos, tirou a equipe da segunda divisão local para assegurar o título do Campeonato Japonês.
De longe, atletas que viveram os momentos de glória no Sport junto com os dois estarão na torcida. Parceiro de Durval em vários jogos, César já elegeu que camisa “vestirá” na quarta. Nascido em Guarulhos, em São Paulo, o zagueiro viu a paixão pelo futebol crescer torcendo pelo Santos.
“É meu time de coração. Além disso, Durval vai estar lá. Tenho muita amizade com ele. Apesar de ele ser muito tímido e fechado. Eu era um dos poucos que tinha liberdade para brincar com ele no Sport”, declarou César, que conversou com o jogador na última sexta-feira pela internet. “Ele falou que a ansiedade para jogar o Mundial estava muito grande”, acrescentou.
O relacionamento dos defensores ainda segue estreito mesmo com a distância. O filho de César, inclusive, entrou em campo de mãos dadas com Durval na partida diante do Cerro Porteño, disputada no Pacaembu, e que valia uma vaga na final da Libertadores. O zagueiro rubro-negro, contudo, também faz questão de ressaltar a gratidão que tem por Nelsinho. “Foi ele quem me pediu de volta para o Sport em 2008. É melhor de todos os treinadores com quem trabalhei.”
Nelsinho Batista
Deixou o Sport em 28 de maio de 2009. A decisão do treinador surgiu após a desclassificação do time da Copa Libertadores e o desentedimento com alguns jogadores nos vestiários. Entre eles, estava o meia Paulo Baier, outro que também deixou o clube na sequência. Além da Copa do Brasil, Nelsinho conquistou dois Campeonatos Pernambucanos com o Sport (2008 e 2009).
Durval
Contratado junto ao Atlético-PR, em 2006, Durval traçou uma carreira vitoriosa no Leão da Ilha. Foram quatro campeonatos estaduais,
além do título da Copa do Brasil. O jogador, exaltado como o melhor zagueiro do país pela torcida rubro-negra, só saiu do Sport após o rebaixamento do clube para a Série B, em 2009. Foi quando se dirigiu ao Santos a pedido de Dorival Júnior, com quem havia trabalhado no Rubro-negro.
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