Ronaldo Alves não participa de treino, mas não está vetado da estreia no Estadual
Zagueiro trabalhou em separado apenas por precaução, segundo o departamento médico do clube. Desde segunda-feira ele vem reclamando de dores musculares
Diario de Pernambuco
Dos cinco jogadores que reclamaram de algum problema médico na quarta-feira, apenas um não voltou aos treinos nesta quinta. Apenas o zagueiro Ronaldo Alves ficou de fora da movimentação, treinando em separado. Já Elicarlos, Cascata, Gideão e Henrique trabalharam normalmente e não se queixaram de mais nada.
Mesmo assim, o departamento médico do Náutico continua garantindo que Ronaldo Alves não preocupa para a estreia da equipe no Estadual, domingo, contra o Porto. A decisão de poupá-lo do treino mais forte foi apenas precaução. Por enquanto, não está sendo cogitada nem a possibilidade de um exame de imagem para identificar uma possível lesõa muscular. "Como ele está evoluindo bem, não há a necessidade de um exame", explicou o médico Jorge Silva.
Questionado se o Náutico cogita poupar Ronaldo Alves na estreia do Pernambucano por precaução, Jorge Silva ressaltou que essa é uma decisão a ser tomada em conjunto com a comissão técnica, mas que é uma possibilidade a ser pensada. "É válido pensar nisso. Não forçar uma estrutura que está retornando às atividades agora para nâo perder o jogador mais à frente. Mas essa não é uma decisõa unilateral. Ela tem que ser discutida entre todos", afirmou o médico.
Mesmo assim, o departamento médico do Náutico continua garantindo que Ronaldo Alves não preocupa para a estreia da equipe no Estadual, domingo, contra o Porto. A decisão de poupá-lo do treino mais forte foi apenas precaução. Por enquanto, não está sendo cogitada nem a possibilidade de um exame de imagem para identificar uma possível lesõa muscular. "Como ele está evoluindo bem, não há a necessidade de um exame", explicou o médico Jorge Silva.
Questionado se o Náutico cogita poupar Ronaldo Alves na estreia do Pernambucano por precaução, Jorge Silva ressaltou que essa é uma decisão a ser tomada em conjunto com a comissão técnica, mas que é uma possibilidade a ser pensada. "É válido pensar nisso. Não forçar uma estrutura que está retornando às atividades agora para nâo perder o jogador mais à frente. Mas essa não é uma decisõa unilateral. Ela tem que ser discutida entre todos", afirmou o médico.
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