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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

SERRA TALHADA - MINEIRO DO CEARÁ


Artilheiro do Estadual é um andarilho

Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Aos 27 anos, Júnior Mineiro rodou o País e jogou até na Dinamarca

 Diario de Pernambuco

Júnior carrega o sobrenome de mineiro no futebol, mas nasceu mesmo no Ceará e se destacou na Paraíba. É, portanto, mais um daqueles incansáveis andarilhos do futebol. De em gol em gol, roda o país sempre em busca de uma melhor oportunidade. Assim, chegou até a atuar na gelada Dinamarca. Neste ano, a convite do treinador Reginaldo Sousa, parou no Serra Talhada. Na primeira aventura em solo pernambucano, o início já se mostra promissor. Dois jogos, três gols e um desejo. Seguir na artilharia do Estadual.

Apesar de ter mostrado serviço no começo da competição, Júnior Mineiro acreditava que as oportunidades no clube não chegariam tão cedo. Afinal, o Serra Talhada conta com Jessuí, conhecido pela inusitada comemoração do chuteira-fone e um dos responsáveis pelo acesso da equipe à Série A1. “Pré-temporada sempre é muito difícil. Cheguei no clube com um grande jogador como Jessuí, que já era tiutlar. Mas tive uma brecha e, graças a Deus, consegui corresponder.”

O centroavante de 1,82 metro e 82 quilos começou a carreira no Corinthians, na categoria juvenil. Em seguida, passou Guarani e se profissionalizou no URT/MG, em 2004. Foi quando deu início a ciranda de clubes e ganhou o apelido de mineiro. Passou pelo Ferroviário/CE e Atlético de Cajazeiras/CE. Na sequência, chegou ao Souza/PB. “Lá, em 2007, ele jogou apenas um turno e fez 11 gols. Em 2008, foi artilheiro com 14 gols. É um jogador canhoto e de boa impulsão”, conta o treinador Reginaldo Sousa, que comandou o atleta de 27 anos na ocasião.

Com a boa fase, o empresário do atacante apresentou um DVD aos dirigentes do LFA, da Dinarmaca. Aprovado, acabou embarcando para primeira e, até agora, única experiência internacional. Apesar do frio que passou, Júnior Mineiro considera a passagem como proveitosa. Afinal, também teve que se virar até para se comunicar. “Como ninguém entendia o que falava, eu ia para o restaurante com um dicionário”, lembra. Em seguida, Júnior Mineiro passou por mais quatro clubes, entre eles o Bragantino, até chegar no sertão pernambucano.

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