No Náutico, fisioterapia une Cascata e Rogério
tristeza chegar (Foto: Elton de Castro) GLOBOESPORTE.COM
Jogadores se conheceram este ano, mas se tornaram amigos inseparáveis graças ao tratamento que fazem juntos no clube alvirrubro
Apesar de se conhecerem há menos de dois meses, o meio-campo Cascata e o atacante Rogério estão se tornando amigos inseparáveis. A parceria nasceu do drama que os dois estão passando para se recuperar das lesões nos joelhos que os tiraram dos gramados por pelo menos seis meses. No entanto, nem mesmo o fato de não poder atuar conseguiu afastar o bom humor da dupla. Amparados por muletas, os atletas encaram com descontração o longo processo de fisioterapia.
Tranquilo, o meio-campo Cascata, afirmou que não existe motivo para abatimento. O momento é de dedicação para voltar aos campos o mais rápido possível.
Tranquilo, o meio-campo Cascata, afirmou que não existe motivo para abatimento. O momento é de dedicação para voltar aos campos o mais rápido possível.
- Estou tranquilo. Não tem porque ficar se lamentando. Acredito que o que aconteceu foi uma fatalidade. Agora, é se dedicar aos trabalhos para voltar o mais rápido possível.
Recuperando-se da cirurgia que corrigiu o ligamento colateral medial e esperando a próxima intervenção, que reconstituirá os ligamentos cruzados, o atacante Rogério revelou o seu maior incômodo no processo de recuperação.
- Ainda sinto dores no joelho, mas o pior são essas muletas. Ainda não me acostumei com esse treco. O sovaco dói mais que o joelho. Brincou.
- Ainda sinto dores no joelho, mas o pior são essas muletas. Ainda não me acostumei com esse treco. O sovaco dói mais que o joelho. Brincou.
A descontração só acaba quando os trabalhos começam. Esperando pela cirurgia, que acontecerá na próxima terça-feira, o meio-campo só faz tratamento para diminuir o edema. Já o atacante passa por uma longa bateria de exercícios, que duram cerca de oito horas. Para não ficar desmotivada com o passar do tempo, a dupla resolveu fazer uma aposta. De acordo com Cascata, o vencedor será aquele que voltar primeiro aos gramados.
- Fizemos uma aposta para motivar. Quem voltar primeiro ganha. Eu voltarei em cinco meses e o desafio do Rogério é voltar junto comigo.
A fisioterapia é realizada no CT Wilson Campos, e como não podem dirigir, a dupla conta com o apoio do cunhado do meio-campo para se locomover.
- Estou explorando o meu cunhado. Ele passa lá em casa, depois pegamos o Rogério e vamos para o CT. Tem que ser assim, pois não podemos dirigir.
A fisioterapia é realizada no CT Wilson Campos, e como não podem dirigir, a dupla conta com o apoio do cunhado do meio-campo para se locomover.
- Estou explorando o meu cunhado. Ele passa lá em casa, depois pegamos o Rogério e vamos para o CT. Tem que ser assim, pois não podemos dirigir.
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