Discurso entre jogadores do Náutico é de "acreditar enquanto houver chance"
Alvirrubros tentam demonstrar confiança quanto à possibilidade de classificação diante do Fortaleza
Diario de Pernambuco
A missão é complicada. Para alguns, impossível. Para seguir na Copa do Brasil, o Náutico precisa reverter uma vantagem de 4 a 0 do Fortaleza, construída na partida de ida, no Ceará. Se vencer pelo mesmo placar, leva decisão para os pênaltis. Para passar direto, tem fazer 5 a 0. Se levar um gol, o problema aumenta. Se o Tricolor do Pico fizer um gol, por exemplo, o Timbu terá que vencer por 6 a 1.
A situação é complicada, mas o discurso entre os alvirrubros é o velho "acreditar enquanto houver chance". "Muitos não acreditam, acham que o Náutico está morto. A gente, aqui, não pensa assim. Já passei por isso na minha vida profissional", afirmou Ronaldo Alves, que relembra uma passagem pelo Atlético/PR, quando conseguiu reverter situação parecida. "Numa semifinal, perdemos por 4 a 1 em casa. Estávamos desacreditados, mas conseguimos reverter. Futebol é assim, uma caixinha de surpresas."
Para Ronaldo, a postura do Náutico, em casa, se quiser reverter o resultado, tem que ser de pressão desde o início do jogo. "Temos que começar a partida em cima deles, sem deixar respirar. Como eles fizeram quatro gols lá, podemos fazer aqui", disse o zagueiro, lembrando que o time não pode descuidar na defesa. Um gol sofrido, admite, será mortal. "Temos que entrar ligados nesse fator. Não podemos sofrer um gol. Precisamos sair na frente, para buscar a vitória direto ou nos pênaltis", completou.
A situação é complicada, mas o discurso entre os alvirrubros é o velho "acreditar enquanto houver chance". "Muitos não acreditam, acham que o Náutico está morto. A gente, aqui, não pensa assim. Já passei por isso na minha vida profissional", afirmou Ronaldo Alves, que relembra uma passagem pelo Atlético/PR, quando conseguiu reverter situação parecida. "Numa semifinal, perdemos por 4 a 1 em casa. Estávamos desacreditados, mas conseguimos reverter. Futebol é assim, uma caixinha de surpresas."
Para Ronaldo, a postura do Náutico, em casa, se quiser reverter o resultado, tem que ser de pressão desde o início do jogo. "Temos que começar a partida em cima deles, sem deixar respirar. Como eles fizeram quatro gols lá, podemos fazer aqui", disse o zagueiro, lembrando que o time não pode descuidar na defesa. Um gol sofrido, admite, será mortal. "Temos que entrar ligados nesse fator. Não podemos sofrer um gol. Precisamos sair na frente, para buscar a vitória direto ou nos pênaltis", completou.
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