A confiança inabalável do Náutico contra o Serra Talhada
Na corda bamba, técnico Waldemar Lemos quer encerrar jejum alvirrubro
Diario de Pernambuco
Confiante em relação aos resultados. Tranquilo quanto ao jejum de gol. Sossegado com o desempenho do time. Pacato, como de costume. Esperançoso, como sempre precisa ser. Por fora, Waldemar Lemos é um poço de calma. Por dentro, apesar de nunca ser possível afirmar, o treinador está ansioso e inquieto para ver o Náutico voltar a balançar as redes, vencer, convencer e silenciar as críticas e as suspeitas.
Mazola encara, até hoje, a desconfiança dos rubro-negros. Zé Teodoro recuperou o crédito, mas já teve pedido de demissão ecoado das arquibancadas corais. Agora, é a vez do alvirrubro andar sobre a velha corda bamba dos técnicos. Uma derrota ou até mesmo um empate diante do cambaleante Serra Talhada, nos Aflitos, pode desmoronar a já abalada estrutura timbu. Quem se absteve da mordomia do feriado para dar apoio ao time quer diversão, arte e vitória.
O empate assegura o Náutico nas semifinais do PE2012. Caso seja derrotado, precisa torcer por tropeço do Petrolina (quinto lugar, com 29 pontos, contra 35 do Timbu, há duas rodadas do fim da primeira fase) - o Tigre joga em casa, diante do sexto colocado Ypiranga. Ninguém duvida da classificação. Mas todos querem o triunfo para deixar a equipe mais embalada rumo aos duelos decisivos. E, de quebra, encerrar a ingrata campanha recente de cinco confrontos sem vitória e quatro sem marcar sequer um gol.
Projeto
O treinador abraça o projeto não só em relação ao Estadual, mas também à Série A do Brasileiro. Waldemar Lemos deu um passo de equilíbrio sobre a corda ao recusar uma oferta para assumir o comando do Vitória. O clube baiano, por meio do diretor de futebol Raimundo Queiroz, ex-Santa Cruz, teria oferecido uma proposta alta para o técnico timbu substituir Toninho Cerezo, ex-Sport, recém-demitido do Leão da Barra.
Embora o cargo tenha estremecido após as últimas rodadas, inclusive com divergência entre dirigentes sobre a permanência do treinador em caso de revés no último clássico (fato consumado), Waldemar detém a confiança do presidente e da maioria da torcida alvirrubra. Além da partida frente ao Serra Talhada, o duelo contra o Fortaleza, próxima quarta-feira, pela Copa do Brasil, é chave para avaliar o termômetro da continuidade. Ou, assim como aconteceu com Roberto Fernandes em 2011, uma eliminação perante o maior rival. O Estadual, como muitos avaliam, pode atrapalhar (e muito!) os planos para o Brasileiro.
Mazola encara, até hoje, a desconfiança dos rubro-negros. Zé Teodoro recuperou o crédito, mas já teve pedido de demissão ecoado das arquibancadas corais. Agora, é a vez do alvirrubro andar sobre a velha corda bamba dos técnicos. Uma derrota ou até mesmo um empate diante do cambaleante Serra Talhada, nos Aflitos, pode desmoronar a já abalada estrutura timbu. Quem se absteve da mordomia do feriado para dar apoio ao time quer diversão, arte e vitória.
O empate assegura o Náutico nas semifinais do PE2012. Caso seja derrotado, precisa torcer por tropeço do Petrolina (quinto lugar, com 29 pontos, contra 35 do Timbu, há duas rodadas do fim da primeira fase) - o Tigre joga em casa, diante do sexto colocado Ypiranga. Ninguém duvida da classificação. Mas todos querem o triunfo para deixar a equipe mais embalada rumo aos duelos decisivos. E, de quebra, encerrar a ingrata campanha recente de cinco confrontos sem vitória e quatro sem marcar sequer um gol.
Projeto
O treinador abraça o projeto não só em relação ao Estadual, mas também à Série A do Brasileiro. Waldemar Lemos deu um passo de equilíbrio sobre a corda ao recusar uma oferta para assumir o comando do Vitória. O clube baiano, por meio do diretor de futebol Raimundo Queiroz, ex-Santa Cruz, teria oferecido uma proposta alta para o técnico timbu substituir Toninho Cerezo, ex-Sport, recém-demitido do Leão da Barra.
Embora o cargo tenha estremecido após as últimas rodadas, inclusive com divergência entre dirigentes sobre a permanência do treinador em caso de revés no último clássico (fato consumado), Waldemar detém a confiança do presidente e da maioria da torcida alvirrubra. Além da partida frente ao Serra Talhada, o duelo contra o Fortaleza, próxima quarta-feira, pela Copa do Brasil, é chave para avaliar o termômetro da continuidade. Ou, assim como aconteceu com Roberto Fernandes em 2011, uma eliminação perante o maior rival. O Estadual, como muitos avaliam, pode atrapalhar (e muito!) os planos para o Brasileiro.
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