Alvirrubros não encontram explicações
Diario de Pernambuco
O Náutico vinha em crise. Demitiu o técnico Waldemar Lemos na semana passada. A pressão pairava no clube. Agora, a crise aumentou. Com a derrota acachapante por 4 a 0 na noite desta quinta-feira, no Ceará, o time alvirrubro sofre um jejum de sete partidas sem sabor qual é o sabor da vitória. O revés para Fortaleza, no estádio Presidente Vargas, não conseguiu ser explicado pelos timbus.
O volante Derley falou que o resultado negativo foi fruto do mau desempenho do Náutico no início do jogo. "Acho que só depois de 20 minutos de bola rolando, quando a gente já tava perdendo por 2 a 0, é que começamos a jogar bem. Mas não conseguimos pressionar e acabamos tomando mais dois gols lá atrás de forma boba", disse o volante. "Agora ficou muito difícil reverter lá nos Aflitos. Não temos muito o que falar", complementou.
Gideão compartilhou da opinião do companheiro e ainda se mostrava surpreso com a sonora goleada. "O Fortaleza é grande, forte, mas não esperava esse resultado, não", disse o goleiro. O lateral Marquinho também não encontrou explicações. "A gente trabalha até mais tarde nos Aflitos, no CT. Foi uma derrota inexplicável. O Fortaleza está de parabéns", contou.
O volante Derley falou que o resultado negativo foi fruto do mau desempenho do Náutico no início do jogo. "Acho que só depois de 20 minutos de bola rolando, quando a gente já tava perdendo por 2 a 0, é que começamos a jogar bem. Mas não conseguimos pressionar e acabamos tomando mais dois gols lá atrás de forma boba", disse o volante. "Agora ficou muito difícil reverter lá nos Aflitos. Não temos muito o que falar", complementou.
Gideão compartilhou da opinião do companheiro e ainda se mostrava surpreso com a sonora goleada. "O Fortaleza é grande, forte, mas não esperava esse resultado, não", disse o goleiro. O lateral Marquinho também não encontrou explicações. "A gente trabalha até mais tarde nos Aflitos, no CT. Foi uma derrota inexplicável. O Fortaleza está de parabéns", contou.
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