Dirigente do Sport 'esconde jogo' sobre punição a Marcelinho PB
Cícero Souza (à esq.) esteve ao lado de Marcelinho
em momentos polêmicos (Foto: Aldo Carneiro) GLOBOESPORTE.COM
em momentos polêmicos (Foto: Aldo Carneiro) GLOBOESPORTE.COM
Cícero Souza: 'O que ocorre no Sport fica aqui dentro. Não tem porque externar qualquer tipo de fragilidade'
O executivo de futebol do Sport, Cícero Souza, concedeu uma entrevista coletiva para explicar a punição ao meia Marcelinho Paraíba devido a mais uma falta do jogador aos treinamentos. O atleta, artilheiro do Leão na temporada com 12 gols, não compareceu ao local do treinamento na manhã do último domingo quando deveria ter se integrado aos não-relacionados para a partida contra o Porto.
- Nas vésperas de uma partida decisiva pela Copa do Brasil, contra o Paysandu, temos que usar a inteligência para não atrapalhar o grupo num jogo que vale classificação. Infelizmente aconteceu. É uma falta disciplinar e a partir do momento que se torna pública, a gente comenta. Mas volto a dizer: o mais importante é o confronto com o Paysandu e contamos com o jogador para enfrentá-los (os paraenses).
Cícero Souza disse que houve reação no elenco rubro-negro e que já conversou com Marcelinho Paraíba sobre a sua falta, mas não quis expor o conteúdo das conversas que teve com os jogadores.
- Atrasos e faltas existem demais no mundo do futebol e lógico que quando isso acontece os jogadores se manifestam. Mas o que ocorre no Sport fica aqui dentro. Não tem porque externar qualquer tipo de fragilidade. Se depender de mim, nada sai, pois temos que preservar o ambiente, porque é isso que vai nos dar o resultado - disse Cícero Souza.
A ausência de Marcelinho ocorreu em um dia no qual não havia imprensa no local de treinamento, mas o dirigente do Sport negou que a informação tenha sido vazada por um funcionário do clube.
- Não sei como saiu para a imprensa, mas não acredito que alguém do clube queira prejudicar o Sport - rebateu Cícero Souza.
Sobre o futuro de Marcelinho Paraíba no Sport, Cícero Souza foi taxativo.
- O xis da questão é transformar o grande líder técnico em um grande exemplo de cidadão. Acreditamos que ele também tem condições de exercer essa liderança - defendeu.
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