Advogado do Treze-PB reafirma que CBF está errada
Ramalho Júnior ressalta que o Treze-PB não é o reponsável pela paralisação da terceira divisão do Brasileiro
JC Online
A Série C do Brasileiro segue emperrada por conta de liminar obtida pelo Treze-PB. A Confederação Brasileira de Futebol briga no Superior Tribunal de Justiça pela revogação da decisão, mas ainda não pode confirmar o início da competição. Para o advogado do Treze-PB, George Ramalho Júnior, no entanto, a entidade presidida por José Maria Marin não possui nenhuma razão no imbróglio que vem se postergando o início do Série C há 25 dias.
"Se alguém descumpriu as normas da Fifa e da Conmebol, esse alguém foi a CBF ao não punir quem ingressou na Justiça Comum sem passar pela Desportiva", acusou, após negar que o Treze pretenda retirar a ação.
Ramalho Júnior ainda ressalta que o Treze-PB não é o reponsável pela paralisação da terceira divisão do Brasileiro, uma vez que só pretende substituir o Rio Branco-AC.
"Só queremos fazer valer uma decisão da Justiça Desportiva. O próprio STJD disse em acórdão que o Treze-PB deveria ingressar na Justiça Comum", explicou.
Ramalho Júnior ainda ressalta que o Treze-PB não é o reponsável pela paralisação da terceira divisão do Brasileiro, uma vez que só pretende substituir o Rio Branco-AC.
"Só queremos fazer valer uma decisão da Justiça Desportiva. O próprio STJD disse em acórdão que o Treze-PB deveria ingressar na Justiça Comum", explicou.
Marin classifica a ação movida pelo clube como ”ofensa inaceitável” e afirma que os paraibanos não têm nenhum direito. Também falou em punição ao clube de Campina Grande. Se cumpridas as normas da Fifa, o Treze-PB pode ser desfiliado da CBF, afastado por dois anos de todas as competições oficiais nacionais e internacionais e receber multa. O advogado da equipe nordestina rechaçou qualquer possibilidade penalização.
"Não existe qualquer fundamento legal. O Treze-PB cumpriu todas as exigências legais da Constituição e das leis brasileiras. Todas as instâncias esportivas foram esgotadas e agimos conforme decisão do STJD", finalizou.
"Não existe qualquer fundamento legal. O Treze-PB cumpriu todas as exigências legais da Constituição e das leis brasileiras. Todas as instâncias esportivas foram esgotadas e agimos conforme decisão do STJD", finalizou.
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