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sábado, 14 de julho de 2012

NÁUTICO - A VOLTA DO HOMEM GOL


Kieza acaba com a saudade do torcedor

Kieza pode enfim voltar a fazer os gols pelos alvirrubros, que anseiam pela re-estreia do ídolo / Foto: Simone Vilar/Agência Náutico

Kieza pode enfim voltar a fazer os gols pelos alvirrubros, que anseiam pela re-estreia do ídolo

Foto: Simone Vilar/Agência Náutico

Ele voltou para o lugar onde diz estar em casa e para reatar o caso de amor com o clube no qual foi artilheiro

 JC Online


Fazia tempo que um retorno não era tão festejado. Para ser mais exato, 10 anos. Quando o Náutico entrar em campo hoje contra o Corinthians, o torcedor alvirrubro vai poder tirar das costas o peso de uma saudade que durou seis meses. Kieza deixou o Timbu em janeiro para jogar no Al-Shabab, dos Emirados Árabes Unidos. Voltou para o lugar onde diz estar em casa e para reatar o caso de amor com o clube no qual foi artilheiro. Uma década atrás, era Kuki quem retornava aos braços da torcida do Náutico após passagem de meio ano pelo Chonbuk Hyundai, da Coreia do Sul.
Kieza conquistou o coração dos alvirrubros após ser artilheiro da Série B com 21 gols e liderar a campanha que recolocou o time na elite do futebol brasileiro. O atacante sequer queria ter saído, mas a renovação do empréstimo emperrou, jogador e clube entraram em rota de colisão e o ídolo acabou indo parar no mundo árabe em janeiro. O pouco tempo longe, porém, foi suficiente para aparar arestas e curar feridas. Kieza voltou e vai formar o ataque do Náutico ao lado de Araújo.
Só não vai ser melhor porque o matador queria mesmo era que a reestreia fosse nos Aflitos. “Em casa seria melhor. Estaríamos ao lado do nosso torcedor e o incentivo sempre nos estimula bastante. Mas vamos procurar fazer um bom jogo e buscar o resultado positivo, que é o que nos interessa”, disse Kieza, antes de embarcar para São Paulo. Em 44 jogos pelo Náutico no ano passado, o atleta marcou 27 vezes.
A história tem os mesmos ingredientes de um retorno que o torcedor alvirrubro não esquece. Kuki, maior ídolo da história recente do clube, havia tirado o Náutico de uma fila de 11 anos ao conquistar o título pernambucano de 2001 sendo o artilheiro com 14 gols. No fim da temporada, foi negociado com a equipe sul-coreana, mas a distância só durou seis meses. Kuki voltou em maio de 2002 aclamado pela torcida e acabou bicampeão estadual.
Hoje na comissão técnica do Timbu, Kuki tem uma relação estreita com Kieza. O ex-jogador treinou finalização com o atual ídolo no ano passado, empresta conselhos e costuma ser retribuído com gols. O recomeço tem hora marcada.

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