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sábado, 7 de julho de 2012

TÊNIS - WIMBLEDON VAI PEGAR FOGO


Wimbledon tem final para entrar na história

    

Andy Murray e Roger Federer entram em quadra para decidir quem é o campeão de 2012. Se o suíço vencer, volta a ser o número 1 do mundo


JC Online

Recorde, topo do ranking mundial e quebra de um tabu que já dura 76 anos são alguns dos ingredientes que darão um molho especial ao duelo decisivo do Grand Slam de Wimbledon, neste domingo (8), a partir das 9h (horário de Brasília). Como se não bastasse o título do mais prestigiado e tradicional torneio de tênis do mundo, Roger Federer e Andy MuC Onlinerray podem fazer história em solo inglês.

O suíço já está com um pé no hall dos maiores vencedores em Londres. Com seis títulos conquistados, o tenista da Basileia, a partir do momento que pisar em quadra, estará disputando sua oitava final do torneio. Das últimas sete, ele só não deixou o All England Club com a medalha de ouro em uma única oportunidade e, se prevalecer a retrospectiva, vai se igualar aos recordistas Pete Sampras (EUA) e William Renshaw (ING), ambos sete vezes presentes no lugar mais alto do pódio.
Uma vitória ainda devolve o topo do ranking mundial a Roger Federer, após dois anos. O suíço, que foi o melhor do mundo por 285 semanas – uma a menos que o recordista Pete Sampras –, iniciou a competição no terceiro posto, mas, ainda na segunda rodada, viu o segundo colocado, o espanhol Rafael Nadal, ser eliminado e entregar de mão beijada a vice-liderança.
O último triunfo do suíço numa das quatro principais provas do calendário internacional aconteceu em janeiro de 2010, no Open da Austrália.
Quem também não conseguiu repetir a pontuação da última edição de Wimbledon foi o atual campeão e número um do mundo, Novak Djokovic. Eliminado pelo próprio Federer, o sérvio, há exatamente um ano na ponta, agora soma 11 mil pontos e pode ver o suíço chegar aos 11.075, caso vença.
A missão, no entanto, não será nada fácil para o ex-número um, já que pela primeira vez depois 74 anos, um britânico vai disputar o título de Wimbledon – finalista em 1938, Bunny Austin perdeu para Don Budge.
O responsável pela quebra do jejum é o escocês Andy Murray, que, mesmo já tendo galgado o degrau de queridinho da torcida inglesa, pode ir ainda mais longe: a Grã-Bretanha não vê um tenista local ficar com o ouro em Grand Slams desde 1936, quando Fred Perry venceu o US Open e, de quebra, fechou uma sequência de três conquistas seguidas em Wimbledon.
Outro fator que pesa a favor do escocês, número quatro do mundo, são os confrontos diretos. Embora seja estreante na decisão inglesa, e pela primeira vez esteja enfrentando o suíço sobre a grama, Murray venceu oito dos 15 duelos contra Federer em solo duro. Duas das derrotas, porém, foram nos dois encontros durante Grand Slams: ele foi vice do suíço no Aberto da Austrália de 2010 e no dos Estados Unidos, em 2008.
Quem sair com a vitória ainda leva para casa uma bagatela de aproximadamente R$ 3,57 milhões.

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