Kieza comemora volta e diz que ainda pensa na artilharia do Brasileirão
Com sete gols, cinco atrás do artilheiro do campeonato, Fred, atacante diz que vai continuar lutando para ser o goleador da competição
O atacante Kieza perdeu boa parte do Brasileiro pode conta lesões. Dos últimos sete jogos, ele ficou de fora de cinco. Um grande prejuízo para o Náutico, que perdeu seu principal homem de frente, e para o próprio jogador, que, como todo centroavante, pensa em brigar pela artilharia do campeonato. Atualmente, ele tem sete gols, cinco a menos que Fred, do Fluminense, maior goleador da Série A até agora.
Com o retorno certo diante do Fluminense, Kieza voltou a se animar. Primeiro porque sabe da importância dele para o Náutico. Segundo, porque quer voltar a brigar pela artilharia do campeonato. Ele garante que ainda não desistiu de entrar nessa disputa. “Claro que dá para voltar. Eu, como atacante, quero estar lutando por isso. Não tem como não pensar nisso”, afirmou o jogador.
A felicidade maior, porém, é de voltar a jogar. Ficar no departamento médico durante todo esse tempo foi como um pesadelo para Kieza, algo que ele não pretende passar novamente. “A gente fica muito triste quando está no DM, machucado. Aguenta uma semana, mas depois começa a complicar. O pessoal da fisioterapia sofre muito com a gente, que às vezes chega de mau humor. Mas sabemos que tem que tratar para estar bem”, contou o atacante.
Com o retorno certo diante do Fluminense, Kieza voltou a se animar. Primeiro porque sabe da importância dele para o Náutico. Segundo, porque quer voltar a brigar pela artilharia do campeonato. Ele garante que ainda não desistiu de entrar nessa disputa. “Claro que dá para voltar. Eu, como atacante, quero estar lutando por isso. Não tem como não pensar nisso”, afirmou o jogador.
A felicidade maior, porém, é de voltar a jogar. Ficar no departamento médico durante todo esse tempo foi como um pesadelo para Kieza, algo que ele não pretende passar novamente. “A gente fica muito triste quando está no DM, machucado. Aguenta uma semana, mas depois começa a complicar. O pessoal da fisioterapia sofre muito com a gente, que às vezes chega de mau humor. Mas sabemos que tem que tratar para estar bem”, contou o atacante.
Diario de Pernambuco
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