Em crise, Santa Cruz e Paysandu se enfrentam para tentar sair do buraco
Santa Cruz e Paysandu compartilham de semelhante situação crítica e fase de rusgas com a torcida. Na última partida realizada no Arruda, com o empate diante do Salgueiro, os tricolores deixaram o campo debaixo de vaias. No último duelo na Curuzu, terminado em 1 a 1 com o lanterna Guarany de Sobral, os alviazulinos tiveram hostilidade ainda maior do público: arremesso de objetos, ameaças e danos ao ônibus do clube. Tudo relatado em súmula. O fato pode render a perda de até três mandos de campo do Papão. Resta aguardar o julgamento do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), amanhã, para saber qual vai ser o palco do confronto do próximo sábado. Torcida dos corais para uma punição e, consequentemente, uma partida livre da habitual pressão do estádio Mangueirão, em Belém.
Caso o Paysandu perca o mando de campo, uma das saídas é migrar o duelo para Paragominas, a 322 km de Belém. O árbitro da partida contra o Guarany, o maranhense Mayron Novais, descreveu alguns dos atos da torcida e falou da necessidade de intervenção policial.
Respectivos sexto e sétimo colocados, Santa Cruz e Paysandu possuem os mesmos quinze pontos. Os tricolores levam vantagens em relação ao saldo de gols (6 contra 0). Para o duelo, o técnico Givanildo Oliveira deve realizar mudanças no esquema tático do time.
Diario de Pernambuco
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