Tigre estreia nesta segunda na Taça Brasil
Equipe pernambucana tem planos de ficar entre as quatro melhores do País
A caminhada do Tigre, de Garanhuns, na Taça Brasil de Clubes, uma das competições mais importantes do calendário da modalidade, começa nesta segunda-feira (10/12), contra o Alto Santo-CE, às 14h30 (do Recife), no ginásio da Univille, em Joinville (SC). Diante de gigantes do futsal nacional, as pretensões pernambucanas não são pequenas. O grupo dirigido pelo técnico Fabiano Chokito está disposto a medir forças para chegar, no mínimo, nas semifinais da competição.
Depois do título estadual de 2012, a equipe pernambucana focou a Taça Brasil, uma competição com um formato diferente. São dois grupos de cinco equipes, em que todos jogam contra todos. Os dois melhores passam para as semifinais. Em cinco dias, só uma folga será reservada a cada clube. O caminho é cansativo, mas os garanhuenses garantem estar preparados.
“Começamos a trabalhar para a Taça Brasil lá trás. Viemos de um Campeonato Pernambucano com jogos semanais. Agora, no final, apertamos um pouco e já estamos em condições de fazer apresentações diárias. Vamos para Santa Catarina para brigar por uma boa posição. Se não acreditasse nisso, não iríamos. Pode ter certeza”, frisou Chokito.
Um dos trunfos do técnico é a homogeneidade do grupo. Chokito destaca que não tem grandes craques. Mas o conjunto da equipe treinada por ele é a principal arma. Para ele, um fator determinante para os resultados é ver os jogadores fazerem em quadra o que foi traçado.
“Quero cada um nas suas características. Só assim vamos poder construir algo maior. Todos são experientes em nacionais. Assim, como já fizemos tudo que devíamos fazer é entrar em quadra e vencer os jogos”, comentou o treinador. “Dentro do que foi possível fazer, fizemos tudo. Não temos o que lamentar”, adicionou.
Um dos jogadores importantes do elenco é o fixo Juninho, que já tem cinco participações no torneio e um título na Taça Brasil de Seleções, por Sergipe. Para ele, a juventude do Tigre pode definir as partidas.
“A experiência está mais atrás, comigo ou com André Lafayette. Estamos em quadra para tocar a bola, esfriar um pouco os ânimos. E temos muita gente boa lá na frente para, de repente, decidir uma partida”, contou Juninho.
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