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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

SANTA CRUZ - ELEIÇÕES 2012



Joaquim Bezerra prega "pés no chão" para comandar Santa Cruz

Vice-presidente no início da gestão atual, candidato tem, entre suas promessas, a vinda do técnico Waldemar Lemos



PROJETO - “Uma vez eleito, a ideia é colocar o time em campo o mais rápido possível. O futebol não espera. A Copa do Nordeste já está na porta. O Pernambucano vem em seguida. Já sentamos com o Waldemar Lemos e analisamos o elenco com que ele quer trabalhar. Agora é juntar esse grupo com jogadores da base e trabalhar o time para o Nordestão. Nosso planejamento é manter um time com cerca de 20 jogadores profissionais e de oito a dez da base.”
WALDEMAR - “A escolha por Waldemar se deve ao fato de ele trabalhar não apenas o lado técnico e tático dos atletas, mas o lado humano e psicológico Tem paciência para formar e treinar individualmente o jogador. O Santa tem muitos valores na base que precisam de orientação. Até mesmo no time principal. É o caso de Branquinho e Caça-Rato. São jogadores que, se orientados, podem render muito mais dentro de campo.
PATRIMÔNIO - “Com relação a CT, a prioridade é o Waldomiro Silva. Depois, pensamos no Ninho das Cobras, um projeto grandioso e que não pode ser abandonado, mas se trata de um investimento em torno de R$ 10 milhões. Não existe esse recurso no clube hoje. Sobre transformar o Arruda em uma Arena, seria necessário R$ 200 milhões. O que precisamos fazer é uma reforma para que tenhamos um estádio digno de receber o torcedor, confortável, com banheiros utilizáveis. Fazer áreas ociosas virarem rentáveis. O Santa precisa ter um restaurante de primeira linha, áreas que possam ser comercializadas para farmácias, pequenas butiques. Criar um centro comercial, mas não necessariamente um shopping. É importante ter os pés no chão.”

AFASTAMENTO - “O que aconteceu foi a quebra de um pacto político. Na hora de juntar as chapas, eu ficaria com a área administrativa e financeira. Antônio Luiz Neto, com a da política institucional. E a divisão de futebol e base colegiada ficaria entre todos. Após um ano de trabalho bem-sucedido, ele resolveu mudar. Terminado o Pernambucano, resolvi me afastar. Não renunciei. Não queria mais interferir na administração conduzida pelo então presidente e o deixei bem à vontade. Assim, ele fez o que quis. Hoje, diretoria de futebol não se entende com o assistente técnico, há uma desarrumação financeira, são muitos salários e FGTS atrasados, inclusive com a possibilidade de perdermos os direitos federativos de alguns atletas.”
DÍVIDAS - “Quando temos grandes dívidas, o correto é separar a parte boa da ruim, porque a ruim pode contaminar a boa. Vamos contratar um gerente para ficar encarregado de cuidar da dívida e um para gerenciar a parte operacional. Isso está bem desenhado no nosso projeto e é só colocar em prática que dá certo. Já deu em várias empresas, é o sistema que o Banco Central adota quando bancos entram em intervenção, por exemplo.”

JConline

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