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sábado, 20 de abril de 2013

SANTA CRUZ - COMPARAÇÕES


De volta, meia Natan vê semelhanças entre Jefferson Maranhão e Renatinho

Fora do time há dois jogos, jogador garante que está bem nos aspectos físico e técnico. Ele acha que duelo com o Náutico será equilibrado



Confirmado para enfrentar o Náutico pela semifinal do Pernambucano, o meia Natan retorna ao time depois de três jogos fora, devido a um estiramento na coxa esquerda. O armador, que se lesionou na primeira partida da Copa do Brasil, contra o Guarani de Juazeiro, não está sentindo dores e garante estar pronto para o confronto com os alvirrubros, domingo, às 16h, no Arruda.

- Estou bem fisicamente e tecnicamente não senti dificuldade nenhuma, já que para esse caso foi pouco tempo fora do time. Admito que estava sem confiança nos primeiros treinos, mas esse sentimento passou com a quantidade de trabalho que realizei.

Natan jogará ao lado de Raul e Jefferson Maranhão, formando um trio de armação que Marcelo Martelotte utilizou na vitória sobre o Náutico, na segunda fase. A diferença está na escalação de Maranhão no lugar de Renatinho, que está sem ritmo de jogo por conta de cansaço muscular.

- Acredito que o Náutico entrará mais ligado na nossa movimentação no meio-campo. Na primeira partida, não tínhamos posição fixa, pois rodamos por todos os setores do gramado. Apesar de Renatinho não estar entre os 11, Jefferson Maranhão é parecido com ele e fará a mesma função de forma eficiente.

A vitória sobre o Náutico, na 9ª rodada, se tornou um ponto de virada para o Santa Cruz, que estava sendo criticado pela torcida por alguns tropeços no estadual e pela eliminação na Copa do Nordeste. Desde então, o time vem sendo elogiado nas arquibancadas. Já o Timbu passou a enfrentar uma crise técnica, que culminou na saída do treinador Vágner Mancini. Mesmo assim, para Natan, o confronto é equilibrado.

- Nosso time evoluiu muito de lá para cá, mas somos muito cautelosos e não podemos nos considerar favoritos. Nossa filosofia é termos os pés no chão. O primeiro jogo não vale como parâmetro, essa partida é uma outra história.

Mesmo com a mudança de comando, a desclassificação na Copa do Brasil e derrotas nos dois clássicos com Sport e Santa Cruz, Natan defende que o Náutico poderá transformar a má fase em estímulo para enfrentar os tricolores.

- Independente do momento que o Náutico vive, esse tipo de pressão pode estimular a equipe deles. Temos que correr bastante os 90 minutos porque é um clássico difícil e um jogo em que a exigência é grande.


GLOBOESPORTE.COM

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