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sexta-feira, 19 de abril de 2013

SANTA CRUZ - MANTER A INVENCIBILIDADE

 Em quatro jogos contra o Náutico, Tiago Cardoso nunca perdeu para os alvirrubros.
 Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Goleiro coral comemora o retrospecto, mas diz que prefere "olhar para a frente"

Tiago Cardoso não terminou o primeiro clássico que disputou com a camisa do Santa Cruz. O adversário era o Náutico, nos Aflitos. Ele teve que deixar o campo aos 18 minutos do segundo tempo, sendo substituído por André Zuba. Até ali, o placar marcava 1 a 1. Na sequência, o Timbu marcou dois gols e saiu com a vitória por 3 a 1. Depois disso, o goleiro esteve em campo em todos os jogos contra o Alvirrubro. Não perdeu nenhuma vez.

Isso significa que, na prática, Tiago Cardoso está invicto contra o Náutico, desde que chegou ao Santa Cruz. Afinal, ele já não estava em campo quando o Timbu decretou a vitória naquele clássico, disputado em 2011. Não deixa de ser uma marca importante. O bom retrospecto dá confiança para a semifinal do PE2013. Domingo, no Arruda, tricolores e alvirrubros começam a decidir uma vaga na final do Estadual.

Eleito o melhor jogador do Estadual de 2011, Tiago Cardoso voltou a viver uma boa fase em 2013. Fez defesas importantes nos últimos jogos, inclusive, no clássico com o Náutico. O camisa 1 valoriza as atuações. A ponto de classificar a última partida com o Timbu como a que mais o marcou até hoje. “Esse último foi importante por não ter tomado gol e ter feito algumas defesas. Os clássicos com o Náutico são sempre truncados, então nunca tive muitas oportunidades de aparecer. Esse foi diferente”, contou o camisa 1.

Tiago Cardoso é pouco afeito ao passado. Valoriza o retrospecto diante do Náutico, mas diz que quer escrever uma nova história. “Agradeço a Deus pela força de me sair bem nos clássicos com o Náutico. Mas o que passou, passou. A gente tem a chance de fazer uma nova história agora. Não fico olhando para trás, sempre para frente. Vamos ver o que temos que fazer melhor, para que cada jogo seja diferente”, afirmou o goleiro, que também não acredita em sorte. “Acredito em trabalho. Quando você se esforça ao máximo, as coisas acontecem naturalmente”.


Diario de Pernambuco

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