Sem ter o que esconder no Arruda
Atitudes que você não verá sendo tomadas pelo técnico do Santa Cruz Marcelo Martelotte: fechar um treino e esconder a escalação do time. Na contramão da grande maioria dos treinadores, o comandante coral não é afeito a mistérios. Com ele, é tudo às claras. Não importa se o Campeonato Pernambucano chega à sua fase decisiva e, amanhã, no Arruda, ele disputa, contra o Náutico, um clássico que começa a decidir uma vaga na final do Estadual.
Nada disso impediu que Martelotte confirmasse, ontem, a escalação do Santa Cruz para a partida frente ao Timbu. Sem ressalvas ou dúvidas. Ele mesmo fez questão de ditar, do goleiro ao centroavante, os 11 titulares. “Tiago Cardoso; Nininho, William Alves, Renan Fonseca e Everton Sena; Anderson Pedra, Luciano Sorriso, Natan, Raul e Jefferson Maranhão; Dênis Marques”. É a volta do time ao esquema 4-5-1, coincidentemente utilizado pela última vez no clássico com o Náutico, na fase anterior.
É um estilo pessoal de Martelotte deixar tudo às claras. O treinador explica que não vê vantagens em esconder escalação e que quando o fez foi por indefinições que fugiam à sua decisão. Foi o caso do último clássico, contra o Sport. “Na semana passada, eu não divulguei a escalação porque tinha jogadores no departamento médico que eu esperei até o ultimo momento. Ali não foi uma questão minha”, justificou o técnico. “Hoje, como não tenho nenhuma dúvida, então confirmo a equipe sem problemas”.
Martelotte também falou das suas opções. Ele deixou Renatinho n
o banco de reservas, mesmo com o meia recuperado de um problema muscular. O treinador não quer arriscar escalá-lo junto com Natan, que também acaba de retornar de lesão. “É um risco desnecessário, até mesmo porque o Maranhão está bem, com ritmo de jogo. Se você for analisar, ele é um jogador versátil, faz a função no meio e no ataque, assim como o Renatinho. Isso é muito importante para o time”, contou o técnico.
É praticamente certo que Renatinho seja utilizado no segundo tempo. Martelotte chegou a testá-lo como titular durante a semana, mas revelou que tratava-se de uma opção para o decorrer do jogo. “Quando você testa, nem sempre é pensando no início da partida. A gente pode estar colocar uma opção para usar no decorrer do jogo.”
Nada disso impediu que Martelotte confirmasse, ontem, a escalação do Santa Cruz para a partida frente ao Timbu. Sem ressalvas ou dúvidas. Ele mesmo fez questão de ditar, do goleiro ao centroavante, os 11 titulares. “Tiago Cardoso; Nininho, William Alves, Renan Fonseca e Everton Sena; Anderson Pedra, Luciano Sorriso, Natan, Raul e Jefferson Maranhão; Dênis Marques”. É a volta do time ao esquema 4-5-1, coincidentemente utilizado pela última vez no clássico com o Náutico, na fase anterior.
É um estilo pessoal de Martelotte deixar tudo às claras. O treinador explica que não vê vantagens em esconder escalação e que quando o fez foi por indefinições que fugiam à sua decisão. Foi o caso do último clássico, contra o Sport. “Na semana passada, eu não divulguei a escalação porque tinha jogadores no departamento médico que eu esperei até o ultimo momento. Ali não foi uma questão minha”, justificou o técnico. “Hoje, como não tenho nenhuma dúvida, então confirmo a equipe sem problemas”.
Martelotte também falou das suas opções. Ele deixou Renatinho n
o banco de reservas, mesmo com o meia recuperado de um problema muscular. O treinador não quer arriscar escalá-lo junto com Natan, que também acaba de retornar de lesão. “É um risco desnecessário, até mesmo porque o Maranhão está bem, com ritmo de jogo. Se você for analisar, ele é um jogador versátil, faz a função no meio e no ataque, assim como o Renatinho. Isso é muito importante para o time”, contou o técnico.
É praticamente certo que Renatinho seja utilizado no segundo tempo. Martelotte chegou a testá-lo como titular durante a semana, mas revelou que tratava-se de uma opção para o decorrer do jogo. “Quando você testa, nem sempre é pensando no início da partida. A gente pode estar colocar uma opção para usar no decorrer do jogo.”
Diario de Pernambuco
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