Em negociação para estender vínculo, Cicinho não esconde desejo de ficar
Lateral direito diz ser grato ao time rubro-negro pela oportunidade
Quando acertou contrato de um ano com o Sport, Cicinho chegou à Ilha do Retiro cercado de desconfiança. Como ele mesmo revelou, passou parte da carreira mergulhado no lado traiçoeiro da vida de boleiro. Bebia muito. Jogava pouco. Ao vestir a camisa do Sport, ele já mostrava um outro lado. Virou evangélico, adotou um discurso de preocupação com a família e a vontade de dar a volta por cima. Entre altos e baixos, conseguiu se firmar. Virou referência para a torcida. Em negociação para estender o vínculo com o clube, que vai até o fim de maio, o lateral direito não esconde o desejo de seguir no Recife.
“Marcos Amaral me procurou e tivemos uma conversa, que ele mesmo falou que era a primeira de muitas. Me fez uma proposta e fiquei de estudar com a minha esposa. Vou encaminhar para ele o que pensamos. Tenho certeza de que não ficará fora do que o clube poderá pagar”, disse o lateral, grato ao que o Sport fez por ele.
“Quando visto essa camisa, eu me sinto gratificado e extremamente realizado. Durante a minha carreira, pelo que já passei, muitas pessoas que eu achava que eram meu amigos acabaram se afastando. Aqui, foi diferente.”
Caso Leomar
O auditor do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Miguel Cançado, divulga hoje a sua decisão sobre o Caso Leomar. Após ouvir as partes envolvidas sobre o suposto suborno para a convocação do então volante do Sport à Seleção, em 2001, ele decide se encaminha a denúncia ao pleno ou arquiva o caso.
O adversário
Gentileza gera gentileza. Antes da primeira partida da Copa do Brasil, o Sport treinou no Lomantão sem problemas. Ontem, foi a vez do Vitória da Conquista treinar na Ilha do Retiro.Fez um trabalho físico seguido de um rachão. “Esse é o futebol. É o correto. A concorrência só começa na hora do jogo. Antes e depois tem que ter essa gentileza”, disse o treinador Ubirajara Veiga, que manteve o mistério em torno da equipe que tenta tirar a desvantagem para avançar na Copa do Brasil. “A maneira como eu gosto de montar meu time tem que ser ofensivo e, sem a posse.
Diario de Pernambuco
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