Média de público do Pernambucano de 2013 foi a pior dos últimos seis anos
Tricolores deixaram o Santa Cruz com a maior média de público pelo 5º ano consecutivo. Os três grandes tiveram queda
O Campeonato Pernambucano de 2013 confirmou a impressão vista nas arquibancadas de janeiro a maio e registrou a pior média de público do futebol local nas últimas seis temporadas. Em relação a 2012, caiu de 9.133 para 5.548 pessoas por jogo, com um percentual negativo de 39%. Isso brecou o crescimento contínuo do índice de presença de torcedores no estado, que vinha subindo de patamar gradativamente. Mais: a edição deste ano foi a de pior público na história da campanha promocional Todos com a Nota, do governo do estado, organizada em 1998 e de 2008 a 2013. Violência, nível técnico, regulamento mambembe e poucos clássicos “colaboraram”. Mas há ainda uma outra diferença crucial para isso.
Mesmo com 138 jogos, foram apenas 7 disputas envolvendo Náutico, Santa Cruz e Sport, resultando no acumulado de 175.652 pessoas no borderô e média de 25.093 por jogo. No ano passado, com as mesmas 138 partidas realizadas, foram 10 clássicos. Na ocasião, 257.233 pessoas e índice semelhante, de 25.723. Público baixo e, obviamente, uma arrecadação ruim. O torneio deste ano também foi o pior desde que a estrutura da competição passou a contar com semifinal e final. A queda na média de renda em relação ao ano passado foi de 42%.
Penta
No gramado, com a bola rolando, o Santa Cruz conquistou o tricampeonato estadual. Nas arquibancadas, em presença de público, uma sequência ainda maior, com o penta. Apesar de ter registrado mais um índice acima de 20 mil pessoas, a Cobra Coral teve neste ano o menor entre os dados do tri no futebol. Mesmo com o visual repleto nos dois jogos da final, o total de torcedores nesses clássicos foi de 65.017, o mais baixo das últimas três finais das multidões. Em 2012 foram 76.080. Em 2011, a melhor marca, com 92.412 pessoas. Esse dado se refletiu na média de público dos três grandes clubes na recém-encerrada competição, com uma grande redução. As quedas foram de 27,9% (Alvirrubro), 22,2% (Tricolor) e 32,3% (Rubro-negro). Vai ser preciso uma reformulação grande para reativar o Pernambucano em 2014, quando o torneio chegará a 100 edições.
O Campeonato Pernambucano de 2013 confirmou a impressão vista nas arquibancadas de janeiro a maio e registrou a pior média de público do futebol local nas últimas seis temporadas. Em relação a 2012, caiu de 9.133 para 5.548 pessoas por jogo, com um percentual negativo de 39%. Isso brecou o crescimento contínuo do índice de presença de torcedores no estado, que vinha subindo de patamar gradativamente. Mais: a edição deste ano foi a de pior público na história da campanha promocional Todos com a Nota, do governo do estado, organizada em 1998 e de 2008 a 2013. Violência, nível técnico, regulamento mambembe e poucos clássicos “colaboraram”. Mas há ainda uma outra diferença crucial para isso.
Mesmo com 138 jogos, foram apenas 7 disputas envolvendo Náutico, Santa Cruz e Sport, resultando no acumulado de 175.652 pessoas no borderô e média de 25.093 por jogo. No ano passado, com as mesmas 138 partidas realizadas, foram 10 clássicos. Na ocasião, 257.233 pessoas e índice semelhante, de 25.723. Público baixo e, obviamente, uma arrecadação ruim. O torneio deste ano também foi o pior desde que a estrutura da competição passou a contar com semifinal e final. A queda na média de renda em relação ao ano passado foi de 42%.
Penta
No gramado, com a bola rolando, o Santa Cruz conquistou o tricampeonato estadual. Nas arquibancadas, em presença de público, uma sequência ainda maior, com o penta. Apesar de ter registrado mais um índice acima de 20 mil pessoas, a Cobra Coral teve neste ano o menor entre os dados do tri no futebol. Mesmo com o visual repleto nos dois jogos da final, o total de torcedores nesses clássicos foi de 65.017, o mais baixo das últimas três finais das multidões. Em 2012 foram 76.080. Em 2011, a melhor marca, com 92.412 pessoas. Esse dado se refletiu na média de público dos três grandes clubes na recém-encerrada competição, com uma grande redução. As quedas foram de 27,9% (Alvirrubro), 22,2% (Tricolor) e 32,3% (Rubro-negro). Vai ser preciso uma reformulação grande para reativar o Pernambucano em 2014, quando o torneio chegará a 100 edições.
Diario de Pernambuco
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