Roger vai para Portuguesa com salário mais baixo e reconhece mau futebol no Sport
Atacante quis ir em busca de um novo desafio na carreira
A contusão a que se refere Roger foi uma fratura no quinto metatarso, um osso do pé, sofrida no clássico com o Santa Cruz, pelo Pernambucano. Ele ficou quatro meses em recuperação e quando retornou não conseguiu render. Foi utilizado em nove partidas na Série B e não marcou nenhum gol. No primeiro semestre, em 14 jogos, ele balançou as redes nove vezes.
Por isso, Roger divide em duas fases o seu ano no Sport. "Vivi duas etapas aqui. Antes de quebrar o pé, estava numa fase muito boa. E sei que ela ia se manter, porque sei como é quando a bola começa a entrar. Mas depois da lesão fiquei muito prejudicado pelo tempo parado. Não consegui fazer aquilo que estava fazendo com tanta facilidade, que era colocar a bola para dentro", contou o atacante.
Roger deixa o Sport grato pela oportunidade e em busca de uma nova motivação na Portuguesa. Em uma autoavaliação, ele não esconde que deixou muito a desejar nos últimos jogos e que não faltaram oportunidades ou confiança do técnico Marcelo Martelotte. "O professor me bancou por uns três ou quatro jogos. Mas as coisas não aconteçaram. Só tenho a agradecer ao Marcelo, porque ele procurou me dar uma sequência", disse o jogador.
Em busca de um novo desafio, Roger diz que aceitou uma proposta salarial menor para defender a Portuguesa. "Não foi o lado financeiro que pesou. Pelo contrário. Aqui no Sport tinha uma situação financeira muito melhor. É questão de procurar um novo rumo, uma coisa nova para a vida. Um desafio na minha carreira", revelou o atacante, que já pensava em deixar o Leão. "Acho que cheguei no limite contra o Boa. Há algum tempo queria tomar essa decisão e já pensava em sair".
Diario de Pernambuco
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