Marcelo Martelotte no limite
Treinador não se sente mais pressionado hoje do que quando assumiu o time
Pressionado, técnico leonino sabe que o Sport precisa vencer o Icasa para evitar a crise na Ilha e uma possível demissão
Após a sequência de vitórias, o Leão disputou nove jogos. Não conseguiu sequer o mesmo número de triunfos. Foram cinco derrotas, um empate e três vitórias. Que não foram suficientes para tirar a equipe do G4 antes do início desta rodada. O primeiro turno chegou ao fim e o Sport permaneceu na zona de acesso, em quarto lugar. Hoje, às 21h, na Ilha do Retiro, contra o Icasa, a caminhada tem continuidade. É a reta final da Série B, momento que não permite tropeços.
Se os resultados pós Copa das Confederações trouxeram elogios ao trabalho de Marcelo Martelotte, a queda de rendimento causou o questionamento dele. A pressão, atualmente, é enorme. A ponto de um tropeço, hoje, poder custar o seu cargo. Precocemente? Talvez. Mas as últimas declarações da diretoria deixaram claro que a campanha do time precisa mudar de rumo. E que isso tem que acontecer de qualquer jeito, nem que seja necessário mudar o comando.
Martelotte entende o momento delicado. Dele e do time. Procura não transparecer qualquer temeridade em deixar o clube. Garante que a pressão de hoje é a mesma de quando assumiu. “Não me sinto mais pressionado quanto há 19 rodadas. Falo sinceramente. A pressão aqui é todo dia e já existia desde a partida contra o ABC (pela segunda rodada), quando vínhamos de cinco derrotas e precisávamos nos recuperar”, afirmou o treinador. “O trabalho continua sendo feito, com as correções, substituições e mudanças na maneira de jogar”.
Diario de Pernambuco
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