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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

NÁUTICO - JOGO RUIM

Para Martelotte, jogo foi ruim e o Flu soube aproveitar suas oportunidades

"Nós criamos pouco, só melhoramos no fim do primeiro tempo", analisou Martelotte

Treinador alvirrubro reconheceu o baixo nível técnico da partida e lamentou o fato de seu time praticamente não ter chegado ao ataque


Na noite desta quinta-feira (14), o Náutico voltou a perder no Campeonato Brasileiro. Desta vez, o desaire foi diante do Fluminense, no Maracanã. O 2 a 0 do tricolor carioca foi a 25ª derrota do Timbu no Brasileirão, a nona consecutiva. Em um jogo fraco, o Fluminense aproveitou as poucas chances que criou. O Náutico, por sua vez, praticamente não chegou ao ataque e em nenhum momento levou perigo ao gol do adversário. O treinador alvirrubro, Marcelo Martelotte, admitiu que seu time não foi bem no Maracanã e lamenta a sequência de derrotas.

“O nível do jogo foi ruim, abaixo do esperado, com poucas oportunidades. O Fluminense aproveitou a primeira que teve. Nós criamos pouco, só melhoramos no fim do primeiro tempo. No segundo tempo, voltamos apáticos. O Fluminense fez seu segundo gol e controlou o jogo”, foi assim que Martelotte resumiu a partida.

O técnico preferiu menosprezar o fato de o Náutico ter se tornado uma espécie de fiel da balança do Brasileirão, podendo fazer a diferença para os times que lutam contra o rebaixamento. “Foi uma coincidência pela tabela do campeonato, por enfrentarmos na reta final as equipes que estão na parte de baixo. Mas, para a gente, isso é indiferente. O que procuramos é dar o nosso melhor nas partidas, para sairmos com um bom resultado”, disse. E emendou, lamentando a escassez de bons resultados. “O que importa, para nós, é a nossa necessidade de conquistar uma vitória, para sairmos dessa sequência de derrotas”, concluiu.

Jogadores só pensam em pontuar
Assim como o treinador, os atletas timbus também demonstraram insatisfação com a situação do clube. Ao fim da derrota para o Fluminense, Ricardo Berna e Rogério enfatizaram que o foco da equipe é sair dos 17 pontos e, assim, evitar a pior campanha da história dos pontos corridos.

“A nossa maior responsabilidade, que é a sequência do campeonato para o Náutico. E a gente quer sair dessa situação incômoda, deixar esses 17 pontos, que está nos incomodando muito. A gente se prepara, conversa bastante, o professor Martelotte tenta nos motivar, mas os resultados não vêm. Minha meta pessoal esse ano é sair desses 17 pontos”, afirmou o goleiro. Ratificado pelo atacante, menos desenvolto nas palavras. “A gente tem que jogar esses últimos jogos para, pelo menos, sair desses 17 pontos.”


Diario de Pernambuco

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