Chegando ao Timbu, Helder não passou pela base: foi da várzea ao profissional
Lateral foi apresentado na última sexta-feira no Náutico
Lateral foi descoberto em um campeonato amador, fez teste no Juventude e iniciou a sonhada carreira
No fim de 2007, Helder disputava um campeonato de várzea, quando foi convidado a participar de um teste. Impressionado com seu desempenho, um olheiro o levou ao Juventude-RS, onde depois de um período de observação, o lateral assinou o seu primeiro contrato. Mas a reviravolta em sua vida não parou por aí. “Tudo mudou muito rápido. Quando vi, já estava assinando para jogar na França no ano seguinte”, lembra.
Foram cinco temporadas seguidas na Europa, sendo três delas pelo Nancy-FRA e outras duas pelo futebol da Romênia. Mas nem todas as suas experiências no velho continente foram agradáveis. “Aprendi muita coisa e vivi momentos maravilhosos, como o nascimento do meu filho, na França. A parte negativa foi na Romênia. Sofri muito. Conheci o lado negro do futebol. Não passei fome, mas vi jogadores que eram das seleções de seus países serem demitidos por email.”
De volta ao Brasil, o lateral teve passagens apagadas pelo Internacional e o Ceará, seu último clube. Apesar da carreira ainda não ter deslanchado em seu país natal, Helder garante que não pretende usar o Timbu como trampolim. “Não quero que ninguém pense que estou usando o Náutico para aparecer para o Brasil. Estou muito feliz com a oportunidade, porque quero ter um ano melhor que o passado, quando não tive muito espaço para mostrar o que sei.”
Diario de Pernambuco

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