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sábado, 15 de fevereiro de 2014

SPORT - PEDRA NO SAPATO

Carrasco do Sport em 2013, Canindé quer repetir trunfo pelo CSA: "Tem quer ser"

Treinador comandava o Campinense, equipe que eliminou o Sport do Nordestão do ano passado

Mata-mata. O estilo de competição preferido do técnico Oliveira Canindé, do CSA. “Eu gosto desse tipo de disputa. É bom viver esses momentos.” Gosta porque “esses momentos”, para ele, têm sido de felicidade. Para tristeza dos pernambucanos. As duas vezes em que Oliveira cruzou o caminho dos times do Recife foram de eliminação. Para o Santa Cruz, em 2010. Para o Sport, em 2013.

Em 2010, Oliveira treinava o Guarany de Sobral-CE, adversário do Santa Cruz no primeiro mata mata da Série D. O time tricolor venceu no Arruda por 4 a 3, vitória apertada marcada por dois gols contra do zagueiro Leandro Cardoso. No jogo da volta, a vitória por 2 a 0 eliminou o Santa. Na fase seguinte, levou o time ao acesso. Na continuidade, ao título da Série D.

O outro encontro com os pernambucanos aconteceu no ano passado. Na Copa do Nordeste, no comando do Campinense, cruzou com o Sport nas quartas de final. Foram dois empates: 0 a 0 em Campina Grande, 2 a 2 na Ilha do Retiro. Na fase seguinte, levou o time à final. Na continuidade, ao título da Copa do Nordeste, o mais importante de um time paraibano.

Atencioso, Oliveira trata as duas eliminações como coincidências. “Você defende as cores do seu time independentemente de quem está do outro lado. Aconteceu de, duas vezes, eliminar times de Pernambuco. Mas é só coincidência”, afirmou o técnico, adversário do Sport neste domingo.

Trata como coincidência até porque não tem qualquer aversão aos clubes pernambucanos. Na verdade, tem vontade de, um dia, trabalhar num clube do estado. “Quem não tem? Pernambuco é um dos grandes centros do Brasil. Só quem está num São Paulo, Corinthians, num time de ponta do Rio ou do Sul não pensa assim”, disse ele, que esteve perto de assumir o Santa Cruz na Série C do ano passado. “Houve uma sondagem. Ficou entre eu e Vica, e Vica teve a preferência”, afirmou.

Central

Nem toda lembrança de Oliveira dos duelos contra os pernambucanos é boa. No ano passado, na Série C, já no comando do Guarany de Sobral, ele caiu no grupo do Central. Foram dois jogos. Venceu em casa, por 1 a 0. Perdeu no Luiz Lacerda pelo mesmo placar. Acabou a fase na terceira colocação, eliminado, um ponto atrás da Patativa. Vale a ressalva: não era um mata-mata.

O jogo

A depender dele, mais uma “coincidência” vai acontecer neste domingo.Oliveira está confiante em conseguir um bom resultado contra o Sport. Está com o time completo e descansado - poupou boa parte dos titulares no último jogo, contra o Bahia, única derrota da equipe na competição. Escalará um time com o pensamento na vitória. “Tem que ser assim, não pode ser diferente, não é mesmo?”, argumenta. Otimismo que não possui qualquer relação com o fato de o Leão não contar com a sua torcida. “Isso não interfere. Temos jogadores rodados, experientes. A gente poderia até tirar proveito da pressão da torcida”, disse.
Diario de Pernambuco

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