Objetivo, Eduardo Batista mira vitória sobre o Bota-PB: "Não quero fazer contas"
"Quando eu assumi o time, falamos em duas vitórias sobre o Náutico e o Botafogo", lembrou
Treinador interino, pela primeira vez, demonstrou, ainda que timidamente, desejo de ficar à frente do cargo
"Aqui não tem conta. Quando eu assumi o time, falamos em duas vitórias sobre o Náutico e o Botafogo. Não pensamos nos outros perderem, empatarem ou vencerem. A partir que do momento que o Náutico perdeu em casa, tivemos essa certeza que duas vitórias nos dariam a classificação. Agora, então, não tem muita conta para fazer. É vencer", pontuou.
Sobre a animação com que demonstrou por estar comandando a equipe, Batista foi sincero. "Sou funcionário do clube e eu gosto de trabalhar no Sport. Me enche de prazer ser preparador físico e está me dando prazer aqui ser o treinador também", afirmou, falando do pai (Nelsinho Batista), em seguida. "A gente sempre se fala, se vê muito pouco, mas trocamos muitas ideias. Mas ele não deu escalação do time, como alguns falaram. Ele não conhece esse time do Sport. Ele so orienta em termos de atitudes."
Botafogo
Sobre a equipe do Botafogo-PB, Batista foi só elogios. Mostrando amplo conhecimento do adversário, o treinador rubro-negro falou sobre vários atletas. "No jogo de ida foi um time que nos deu muito trabalho. Tem um meia com inteligência que pouco existe hoje, o Lenílson;, tem Doda, um meia-atacante sem posição fixa e Frontini, que já trabalhei com ele no Santos, em 2005, é um grande jogador. Além de Pio, um jovem volante de muita qualidade", pontuou.
Diario de Pernqmbuco

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