Trave no meio do caminho impediu resultados melhores do Santa Cruz nos últimos jogos
Ataque coral, comandado por Léo Gamalho, ficou devendo nos últimos confrontos do Santa Cruz
Equipe acertou quatro vezes o poste e não conseguiu vencer duas partidas
As duas últimas apresentações do Santa Cruz não foram de encher os olhos. O time foi desclassificado da Copa do Brasil e o duelo contra o Sampaio Corrêa, na última terça-feira, parecia um jogo da Série C. As chances foram criadas, a defesa não comprometeu tanto, mas na rota dos possíveis gols corais outro adversário surgiu: a trave.
Colocar a bola no poste quatro vezes nas duas últimas partidas não é justificativa para os recentes insucessos corais. Mas com certeza o torcedor deve lamentar muito as chances paradas pelas traves. A pontaria poderia ser melhor.
No Arruda, quando recebeu o Santa Rita na Copa do Brasil, os tricolores exaltaram muito a participação do goleiro do Santa Rita. Jeferson foi uma barreira quase intransponível durante toda a partida. O único a vencê-lo foi o atacante Betinho. Quando o camisa 1 do time alagoano não alcançou a bola, lá estava a outra adversária. No primeiro tempo, Renatinho carimbou o poste direito do Santa Rita em uma cobrança que faltou pouco para ser perfeita. Um pouco mais tarde foi a vez de Gamalho balançar a trave direita e na sequência do lance não conseguir empurrar para o fundo das redes.
A falta de sorte seguiu o Santa Cruz até o Maranhão. Após Tiago Cardoso segurar o empate na primeira etapa, Renan Fonseca e Léo Gamalho mais uma vez colocaram as principais chances do Tricolor do Arruda nas traves do Sampaio Corrêa, e o jogo não saiu do 0 a 0. Independentemente de ser falha na pontaria ou falta de sorte, o desejo da massa coral é que na partida do próximo sábado as finalizações corais não dependam da trave.
Diario de Pernambuco

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