Os sete erros que deixaram o Santa Cruz fora do G-4 da Série B nas últimas duas rodadas
Oliveira Canindé promoveu melhor fase do Santa na Série B, que levou o Tricolor para perto do acesso
Tricolor poderia estar no grupo de acesso após América-RN e Náutico, mas vacilou
Contra o América-RN
Atletas no sacrifício
Depois de uma virose que o afligiu durante a semana antes do jogo, Bileu foi a campo no sacrifício. Tony também, apesar de sofrer com incômodos no tornozelo esquerdo. Canindé foi obrigado a “queimar” duas substituições no 2º tempo e ficou de mãos atadas para maiores mudanças táticas.
Cansaço
Parte dos jogadores do Santa Cruz cansaram na etapa final.. Natural para fim de temporada. Mas numa situação diferente do América-RN, que teve mais de uma semana para descansar. O Tricolor havia jogado quatro dias antes uma partida adiada contra o Vila Nova-GO.
Erros de finalização
O Santa Cruz finalizou nove vezes. Cinco delas dentro da grande área. Danilo Pires e Léo Gamalho perderam dois gols claríssimos ainda no primeiro tempo. Os tricolores ocupam só a 11º posição na lista de finalizações certas da Série B.
Ansiedade para entrar no G4
A medida que perdia gols e via o tempo passar, os corais aumentavam a ansiedade para abrir o placar. Jogadores do sistema defensivo iam constantemente para o ataque. Quando não conseguiram recompor, o América-RN contra-atacou fez o gol da vitória por 1 a 0.
Contra o Náutico
A ausência de Tony
Ainda dúvida para enfrentar o Bragantino por conta de dores no tornozelo esquerdo e de uma expulsão que será julgada nesta terça-feira, a ausência de Tony foi sentida. O lateral direito é a principal válvula de escape quando o terreno no meio-campo está muito preenchido, como no clássico. Bileu não foi capaz de ter a propensão ofensiva do titular da posição. Não houve sequer um cruzamento no área.
Sem saída de bola
Para ajudar Bileu nas ações ofensivas, Danilo Pires não se aproximou de Sandro Manoel para distribuir o jogo. Wescley ficou sobrecarregado e as ligações diretas entre defesa e ataque foram constantes.
Faz tudo certo, mas...
Com o meio-campo truncado e sem Tony, Keno foi quem tentava levar a bola ao ataque pela esquerda. Apenas tentou. Fazia toda a jogada certa, mas no final era anulado por Neílson ou algum volante. Esse cenário tem sido recorrente com o atleta no campeonato.
Diario de Pernambuco

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