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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

OS INOCENTES DO ROSARINHO

Lava Jato: Aloysio Nunes e Mercadante negam


Ministros e senador tucano negam as acusações
Edinho afirma que agiu na legalidade; para Mercadante, delação é 'insustentável'; para Aloysio Ferreira, 'absurda'
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) afirmou ontem que  "é simplesmente absurda a mera suposição de que eu, oposicionista notório e intransigente aos governos do PT, pudesse favorecer negócios da Petrobras". Aloysio Nunes disse que investigação da Procuradoria-Geral da República sobre seu nome é um "desvio do verdadeiro foco da Operação Lava Jato".
O ministro chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, afirmou, também em nota, que a tese do empreiteiro e delator Ricardo Pessoa sobre as doações à sua campanha como candidato do PT ao governo de São Paulo, em 2010, é "absolutamente insustentável". Segundo o ministro, Ricardo Pessoa doou, no total, R$ 500 mil ao seu comitê eleitoral, "devidamente comprovados em prestação de contas à Justiça Eleitoral".
O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, tesoureiro da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014, afirmou neste domingo (6) que agiu "dentro da legalidade" à frente da arrecadação de recursos para a disputa.
O senador tucano Aloysio Nunes Ferreira e divulgou ainda uma nota feita pelo senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, o defendendo.
"O PSDB recebeu com surpresa a abertura de inquérito sobre as contas da campanha de 2010 do senador Aloysio Nunes, um dos mais combativos líderes da oposição no país", diz a nota de Aécio.
"O PSDB, apesar de não temer qualquer tipo de investigação, chama a atenção para o risco dessas investigações desviarem-se do seu foco principal, que é a responsabilização daqueles que, no PT e partidos aliados, montaram um complexo esquema de corrupção que assaltou os cofres da Petrobras e financiou a manutenção desse grupo no poder."   

Com informações da Folha de S.Paulo

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