Sport e Federação Pernambucana serão julgados pelo STJD por conta de acidente na Arena PE
Árbitro Ricardo Marques Ribeiro relatou na súmula o acidente, ocorrido ainda no primeiro tempo
Estrutura metálica desabou sobre radialista durante o primeiro tempo da partida contra o Corinthians; julgamento desta sexta pode acarretar multa e até interdição do estádio
Além do Rubro-negro, mandante da partida, a Federação Pernambucana de Futebol também irá para o banco dos réus. A justificativa do STJD é de que o clube e a federação são os responsáveis por adotar "todas as medidas necessárias e indispensáveis à logística e segurança das partidas", conforme consta no Regulamento Geral de Competições. Assim, foram denunciados em dois artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
O primeiro deles é o 191, inciso III (Deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento de regulamento, geral ou especial de competição), que prevê multa de R$ 100 a R$ 100 mil. O outro é o 211 (Deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infraestrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança), cuja multa também varia de R$ 100 a R$ 100 mil, além da interdição do estádio até que sejam tomadas as medidas estipuladas pela decisão. A punição não prevê perda de mando de campo para o Leão, que já jogou de portões fechados contra o Atlético-PR, na Ilha do Retiro.
Sport reponsabiliza a Arena pelo incidente
O vice-presidente jurídico do Sport, Lêucio Lemos, acredita que a denúncia do tribunal é descabida. A defesa do clube, que será apresentada pelo advogado Osvaldo Sestário, é de que a responsabilidade pela correta instalação do equipamento é da Arena Pernambuco.
"O Sport entende que todas as medidas relativas a segurança da sua ordem foram adotadas. A CBF que é a promotora do evento. O Sport é mandante e contratou a Arena, que é uma empresa e tem a responsabildiade e obrigação de fornecer a estrutura pedida pela FPF e pelo Sport. Temos o contrato escrito, dizendo a expectativa de público para executar as medidas de segurança. Elas devem ser tomadas pela Arena", disse.
Tudo que estava ao alcance do clube, segundo Lêucio, foi providenciado, como o atendimento médico ao repórter. Assim, ele isenta o Sport de qualquer responsabilidade. De acordo, com ele, "a responsabilidade do acidente é da Arena. No âmbito do direito civil, não tenho dúvidas. O Sport vai apresentar isso na defesa. Vamos apresentar o contrato, o relatório do incidente e dos socorros prestados e aguardar", acrescenta.
A defesa
Lêucio ainda detalhou as denúncias feitas pelo STJD e a maneira como vai operar a defesa rubro-negra no julgamento da sexta. "Vamos pleitear a exclusão do Sport e o próprio enquadramento. A denúncia de que o clube deixou de cumprir o regulamento não tem cabimento. O Sport cumpriu rigorosamente. A outra tentativa, do artigo 211, tem base no Estatuto do Torcedor, mas todas as medidas foram solicitadas aos agentes públicos", conclui.
"O Sport entende que todas as medidas relativas a segurança da sua ordem foram adotadas. A CBF que é a promotora do evento. O Sport é mandante e contratou a Arena, que é uma empresa e tem a responsabildiade e obrigação de fornecer a estrutura pedida pela FPF e pelo Sport. Temos o contrato escrito, dizendo a expectativa de público para executar as medidas de segurança. Elas devem ser tomadas pela Arena", disse.
Tudo que estava ao alcance do clube, segundo Lêucio, foi providenciado, como o atendimento médico ao repórter. Assim, ele isenta o Sport de qualquer responsabilidade. De acordo, com ele, "a responsabilidade do acidente é da Arena. No âmbito do direito civil, não tenho dúvidas. O Sport vai apresentar isso na defesa. Vamos apresentar o contrato, o relatório do incidente e dos socorros prestados e aguardar", acrescenta.
A defesa
Lêucio ainda detalhou as denúncias feitas pelo STJD e a maneira como vai operar a defesa rubro-negra no julgamento da sexta. "Vamos pleitear a exclusão do Sport e o próprio enquadramento. A denúncia de que o clube deixou de cumprir o regulamento não tem cabimento. O Sport cumpriu rigorosamente. A outra tentativa, do artigo 211, tem base no Estatuto do Torcedor, mas todas as medidas foram solicitadas aos agentes públicos", conclui.
Diario de Pernambuco

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