SENADO APROVA PRONÚNCIA DE DILMA, QUE SERÁ JULGADA NO FIM DO MÊS
A SESSÃO PLENÁRIA FOI MARCADA POR MUITAS MANOBRAS DE PETISTAS E ALIADOS, MAS DEU O PREVISTO: 59 X 12 VOTOS. (FOTO: GERALDO MAGELA)
GOLEADA DE 59 X 21 MOSTRA COMO SERÁ O JULGAMENTO DA PETISTA
A sessão do Senado, comoprevê a Constituição, foi presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que estabeleceu intervalos de meia hora de descanso a cada quatro horas de discursos e discussões.
Durante todo o dia, senadores do PT e seus partidos associados tentaram todas as formas de manobra para retardar e obstruir os trabalhos. Aproximava-se da 1h da madrugada quando foram colocadas em dissão e vitação, com novos discurso, preliminares bizarras e extemporâneas, como a que pretendia considerar "suspeito" o relator do caso na Comissão Especial do Impeachment, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG). Lewandowski manteve-se sempre generoso no encaminhamento dessas manobras, e até se referiu ao ex-ministro José Eduardo Cardozo, defensor de Dilma, como "nosso advogado".

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