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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

CPI POLÊMICA

COM MAIS DE 200 ASSINATURAS, NOVA CPI DO INCRA/FUNAI É PROTOCOLADA NA CÂMARA
DEPUTADOS PROTOCOLARAM HOJE 200 NOMES PARA MANTER A CPI VIVA

Com o encerramento das atividades da CPI da Funai/Incra, que cuja prorrogação nem sequer foi discutida pelo novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a diretoria da comissão coletou mais de 200 novas assinaturas e protocolou nesta quarta-feira (24) um pedido de recriação da comissão que investiga irregularidades na reforma agrária, a violência no campo e o envolvimento de ONGs no "negócio" da reforma.
Os deputados federais Alceu Moreira (PMDB-RS), Osmar Serraglio (PMDB-PR), Valdir Colatto (PMDB-SC), Nilson Leitão (PSDB-MT) e Tereza Cristina (PSB-MS), signatários da proposta, esperam que uma nova CPI possa dar continuidade às investigações que estavam em curso sobre fraudes nos repasses de recursos, inclusive com a chegada recente de quebras de sigilo bancário de ONGs e entidades, com sua utilização ainda suspensa pelo STF.
“Dar continuidade é imprescindível para denunciar os envolvidos em fraudes milionárias, muitas delas já apuradas", completou Moreira, que presidiu a CPIom o encerramento das atividades da CPI da Funai/Incra, que cuja prorrogação nem sequer foi discutida pelo novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a diretoria da comissão coletou mais de 200 novas assinaturas e protocolou nesta quarta-feira (24) um pedido de recriação da comissão que investiga irregularidades na reforma agrária, a violência no campo e o envolvimento de ONGs no "negócio" da reforma.
Os deputados federais Alceu Moreira (PMDB-RS), Osmar Serraglio (PMDB-PR), Valdir Colatto (PMDB-SC), Nilson Leitão (PSDB-MT) e Tereza Cristina (PSB-MS), signatários da proposta, esperam que uma nova CPI possa dar continuidade às investigações que estavam em curso sobre fraudes nos repasses de recursos, inclusive com a chegada recente de quebras de sigilo bancário de ONGs e entidades, com sua utilização ainda suspensa pelo STF.
“Dar continuidade é imprescindível para denunciar os envolvidos em fraudes milionárias, muitas delas já apuradas", completou Moreira, que presidiu a CPI

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