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domingo, 16 de abril de 2017

NÁUTICO - DUELO DE EX-COMPANHEIROS

Milton Cruz põe invencibilidade em clássicos à prova no reencontro com ex-companheiro

Ney Franco (C) e Milton Cruz trabalharam juntos no São Paulo e foram campeões da Sul-Americana

Técnicos do Náutico e Sport têm uma história vitoriosa juntos no São Paulo


Milton Cruz vai para o quinto clássico no comando do Náutico. Colocará a sua invencibilidade em duelos contra os rivais à prova neste domingo. Um tipo de encontro que o técnico gosta. Daqueles que mudam o destino de um time na competição e que são importantes para lembrar que o Náutico é um clube tão grande quanto o Sport e Santa Cruz. 

“É importante você ganhar os clássicos. Nós sempre jogamos para vencer. O Náutico é um time grande como o Sport e Santa Cruz. Procuramos jogar de igual para igual como jogamos contra todas as outras equipes. Sempre com respeito. Conseguimos esses resultados porque sempre nos empenhamos”, lembrou o técnico.

Contra o Sport, de forma específica, Milton Cruz empatou a primeira partida, quando o time leonino utilizou os reservas, e venceu a segunda, quando Diego Souza e todos os outros titulares estiveram em campo. Uma rivalidade que o técnico alvirrubro aprendeu a respeitar e até gostar. Contra o Leão o técnico acredita que o time tem mais espaço para jogar, mas sem esquecer da força rubro-negra. 

“O Sport dá mais espaço para jogar do que os times menores. Vamos tentar explorar isso. O meio de campo do Sport é forte, mas não é só o meio de campo. Tem um bom ataque, jogadores experientes na defesa. É um time forte e os jogadores sabem bem os atalhos do campo. E o modo de jogar do Rithely já conhecemos. Mas o time todo do Sport requer atenção”. 

O duelo também será um reencontro para Milton Cruz. O técnico alvirrubro reencontrará Ney Franco, companheiro de São Paulo em 2012, quando o clube foi campeão da Copa Sul-Americana. Ou melhor, será um reencontro em campo, porque os dois se encontram corriqueiramente no Recife. “Encontro o Ney sempre. Estamos no mesmo hotel, somos amigos, trabalhamos no São Paulo, fomos campeões. Depois encontrei ele nos Estados Unidos na Copa América. Às vezes nos trombamos no hotel e falamos de jogo. É uma pessoa que sempre me tratou com carinho e me dou super bem”, revelou.

Diario de Pernambuco

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