Inimigo íntimo, Ewerton Páscoa traça estratégia para bater o Sport na semifinal
Páscoa: "Participei de três campeonatos, só ganhamos um e o Sport era o franco favorito em todos"
Zagueiro foi campeão com o Leão do Nordestão e do Pernambucano em 2014
“Eu não encaro dessa maneira. O gosto especial é estar na final. O Sport é o adversário na semifinal. Temos que passar deles para chegar no nosso objetivo. Tenho grandes amigos lá como Samuel, Magrão e Rithely. Trocamos mensagens às vezes, mas na hora do jogo não tem isso”, comentou o camisa 4.
A estratégia para passar pelo Leão na visão de Páscoa é similar ao que foi aplicado nos dois Clássicos dos Clássicos de 2017. Saber marcar o forte sistema ofensivo dos rubro-negros pode ser primordial. “Acho que temos que neutralizar eles. Temos que ter uma marcação muito forte. Acho que o Sport vai vir em cima na empolgação da torcida e nós do Náutico sabemos que eles virão assim. Conhecemos o time deles e não acredito que terá muita novidade”, disse.
Favoritismo
Apesar da confiança na sua equipe, o zagueiro reconhece que o desafio do Náutico será dos maiores nesta semifinal. Admitiu que o Leão é o favorito, mas outra lição aprendida na Ilha do Retiro é que favoritismo não entra em campo ou garante título. “Quando vocês falam do Sport (como favorito) é pelo poder aquisitivo, que hoje é o maior do Nordeste. Tem um plantel que é o melhor do campeonato, se coloca como favorito. Mas participei de três campeonatos pelo Sport e só ganhamos um e o Sport era o franco favorito em todos”, lembrou.
“Não vejo vantagem nenhuma em jogar a segunda partida em casa. Em 2014, fui campeão pelo Sport decidindo todos os jogos fora de casa. Fazíamos o resultado na Ilha do Retiro e íamos para o jogo fora com uma estratégia”, pontuou.
Diario de Pernambuco

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