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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

NÁUTICO - QUERENDO MAIS REFORÇOS

Técnico do Náutico admite carências no time e espera mais recursos para contratar reforços

"Se surgir tal dinheiro, a gente sabe que a prioridade é jogador tal", afirmou Roberto Fernandes

Roberto Fernandes também exalta soluções caseiras para melhorar equipe


A vinda do paraguaio Ortigoza não fechou o ciclo de contratações do Náutico. O treinador Roberto Fernandes admite que existem carências diagnosticadas no elenco e prioridades traçadas no mercado. Mas reforçar o grupo não é uma tarefa simples. O treinador condiciona a chegada novas peças à entrada de mais dinheiro no clube. Por enquanto, tem esperança de que atletas que tiveram poucas oportunidades possam ajudar a equipe a evoluir.  
Somando-se  as premiações obtidas na Copa do Nordeste e Copa do Brasil, além do pagamento feito pelo Braga, de Portugal, de parte da compra dos direitos econômicos do atacante Erick, o Timbu faturou algo em torno de R$ 2,6 milhões no primeiro mês do ano. Em uma matemática básica, o suficiente para quitar 13 meses da atual folha do futebol profissional do clube, que gira em torno de R$ 200 mil. Mas, para ampliar as despesas, ainda é preciso cautela.

“Sempre a coisa é feita em conjunto. Independemente disso, a diretoria não está estagnada. A gente sabe que tem carências, mas tanto quanto as carências, existe uma receita para se trazer reforços. Existem prioridades. Se surgir tal dinheiro, a gente sabe que a prioridade é jogador tal, de característica tal”, falou Roberto Fernandes. 

Soluções caseiras

O treinador também espera solucionar muitos dos problemas da equipe com atletas que já estão no elenco, mas que por um motivo ou outro ainda não puderam mostrar futebol. Após o Carnaval, espera ter peças à disposição para montar o time que considera ideal.

“A gente tem reforços importantes dentro de casa e trabalhados com muita atenção. O torcedor não viu ainda Rogerinho. É um prata da casa, mas é outro jogador. Jogou Pernambucano e Série D boa. Pena que lesionou. O Bryan, idem. O próprio Medina. Depois do Carnaval, a gente vai ter elenco bem mais competitivo, sem desvalorizar quem está jogando. Outro voltando, entregue à parte física, é o Fernandinho”, exemplificou Roberto.


Diario de Pernambuco

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