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sábado, 25 de agosto de 2018

BRIGA PETISTA

Marília: "Não tenho como fazer campanha para ele (Humberto)"

                                                              Marília Arraes                                                           Foto: Arthur de Souza


O senador é candidato do PT, mas ela não trabalhará por ele

A vereadora Marília Arraes nunca escondeu que partiu do senador Humberto Costa o estímulo para que ela investisse numa candidatura ao Governo de Pernambuco. Hoje, ela é taxativa sobre a deterioração do vínculo que tinham: "Não tenho mais relação política com Humberto Costa, infelizmente. Humberto sempre foi um político que eu admirei. Inclusive, para entrar no PT, procurei Humberto Costa para me orientar, para que a gente pudesse compor juntos um grupo e ele, com essa situação daqui de Pernambuco, teve essa visão equivocada de que deveríamos ter uma aliança (com o PSB)". A declaração foi feita, ontem, em entrevista à Rádio Toritama FM. Na sequência, Marília admitiu que só fará campanha para um candidato ao Senado, que é Silvio Costa (Avante) e que não terá como trabalhar por Humberto. "Eu vou votar em Silvio Costa. Mas não vou fazer campanha de jeito nenhum para outra pessoa", informou. Então, detalhou: "Vou ter essa relação política partidária com Humberto, mas não tenho condições de fazer campanha para ele". Marília justificou: "Ele está no palanque de Paulo Câmara. Não tenho condições de caminhar junto com ele, com os políticos que estão ao lado dele, mas ele tem apoio partidário nosso". Em outras palavras, Humberto é o candidato a senador do PT, mas não de Marília, cujo projeto majoritário acabou inviabilizado pela aliança entre PT e PSB, fomentada por Humberto. O vulto que tomou a candidatura de Marília, enquanto estava no páreo pelo Palácio das Princesas, aumentou o passe do PT junto ao partido de Paulo Câmara, que cedeu uma vaga do Senado aos petistas. Marília, que hoje concorre à Câmara Federal, resume: "Isso é política do toma lá da cá e não concordo".

Com Marielle e Freixo
Candidata do PSOL ao Governo de Pernambuco, Dani Portela foi advogada da legenda em Olinda, em 2016. Daí, seguiu para a equipe de Marcelo Freixo, no Rio de Janeiro. E foi ainda assessora de Marielle Franco. "Fui fazer assessoria jurídica das campanhas. Eu trabalho com assessoria jurídica eleitoral". Dani esteve com Marielle três dias antes de ela falecer.

Gravando > Dani Portela já foi gravar um programa com Marcelo Freixo, que vai para o guia eleitoral. O tempo dela é curto. Ela tem 13 segundos.


Só... > Alguns integrantes do conjunto Pernambuco Vai Mudar não viram com bons olhos a postura do senador Armando Monteiro Neto, de evitar estar em ato com Geraldo Alckmin, em Petrolina.

...observo > Mas, se uma parte aponta contradição do petebista que tem o PSDB em seu palanque, um dos integrantes da aliança minimiza: "Do ponto de vista eleitoral, foi pragmático!".

Parada obrigatória > O deputado federal Daniel Coelho não arredou o pé dos sinais de trânsito e portas de faculdades nos últimos dias. Chegou a passar 12 horas na missão de buscar votos, na quinta-feira.

Em...> Em cenário sem Lula, pesquisa Datafolha recente aponta Fernando Haddad em quinto lugar em São Paulo, com 6% das intenções de votos naquele Estado.

...casa > À frente dele, aparecem: Jair Bolsonaro (21%), Geraldo Alckmin (18%), Marina Silva (12%) e Ciro Gomes (8%). Haddad foi prefeito de São Paulo por quatro anos, mas acabou perdendo o comando da gestão para João Dória, no 1º turno, em 2016.

Sinal amarelo > Um integrante da aliança Pernambuco Vai Mudar alerta para o risco de se repetir com Haddad, o que ocorreu com Aécio Neves, que foi derrotado em Minas Gerais, seu Estado, na corrida presidencial de 2014.

Risco - O PT chegou a usar o mote: "Quem conhece o Aécio não vota no Aécio". O oposicionista, que prefere não se identificar, adverte que o jargão pode vir a ser adaptado:"Quem conhece o Haddad não vota no Haddad".

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