METAMORFOSE ALVIRRUBRA
A metamorfose alvirrubra na Série C é um dos fatos mais relevantes do futebol pernambucano nos últimos meses. Não queremos, com tal afirmativa, tirar o valor do título pernambucano, conquistado após 14 anos de espera. Os dois feitos ratificam 2018 como o ano do Náutico, que terá na reabertura do Estádio dos Aflitos, a cereja do bolo para brindar uma temporada de grandes conquistas.
Deixar a zona de rebaixamento, e ocupar a primeira posição do grupo na tabela de classificação, num salto comum aos grandes cometas, ainda não assegurou o returno do time alvirrubro à Série B, mas deixou a torcida alvirrubra esperançosa de que tal feito é possível, coisa inimaginável antes da chegada do técnico Márcio Goiano.
A decisiva vitória sobre o ABC, em que pese os sustos tomados no primeiro tempo, quando a equipe do Rio Grande do Norte construiu três chances reais de gol, duas em cobranças de falta, devolveu a autoestima do grupo que, nos jogos anteriores foi ao êxtase nos últimos minutos, quando aconteceram gols salvadores.
Levanta-te e resolve!
Eis a ordem que vinha das arquibancadas para o craque Ortigoza, que somente no entendimento do treinador deveria figurar no banco. E, como se fosse regra, ele entrou em campo e resolveu. Marcou o primeiro gol da vitória (2x0) que carimbou o passaporte alvirrubro para a próxima fase da competição. A partir daquele momento determinante o Náutico passou a jogar com inteligência: os jogadores que estavam pendurados forçaram o recebimento dos cartões e, dessa forma, o time chegar inteiro, com sua força máxima disponível para o mata, mata, que definirá quais os clubes que terão acesso à Série B no próximo ano.
A mudança na forma de disputa é um desafio a mais para os oito clubes que estarão envolvidos no mata, mata. A disputa será num cruzamento olímpico, ou seja, o primeiro do Grupo A medirá forças com o quarto colocado do Grupo B. Teoricamente uma vantagem, razão pela qual é importante o Náutico se garantir como primeiro do Grupo A. Se a disputa da primeira fase fosse encerrada neste final de semana os comandados de Márcio Goiano iriam medir forças com o Bragantino. A adequação a essa mudança na forma de disputa não é tarefa fácil. Vimos o esforço do Fortaleza para deixar a Série C. O time
cearense, que está liderando a Série B, fez várias tentativas para poder superar o desafio na Terceira Divisão. Conseguiu ano passado.
No momento, o importante é chegar na próxima fase com a autoestima e a autoconfiança altas. O resto, é só não deixar Ortigoza quarando no banco que ele resolve. Afinal, "nada substitui o talento.
CLAUDEMIR GOMES
A metamorfose alvirrubra na Série C é um dos fatos mais relevantes do futebol pernambucano nos últimos meses. Não queremos, com tal afirmativa, tirar o valor do título pernambucano, conquistado após 14 anos de espera. Os dois feitos ratificam 2018 como o ano do Náutico, que terá na reabertura do Estádio dos Aflitos, a cereja do bolo para brindar uma temporada de grandes conquistas.
Deixar a zona de rebaixamento, e ocupar a primeira posição do grupo na tabela de classificação, num salto comum aos grandes cometas, ainda não assegurou o returno do time alvirrubro à Série B, mas deixou a torcida alvirrubra esperançosa de que tal feito é possível, coisa inimaginável antes da chegada do técnico Márcio Goiano.
A decisiva vitória sobre o ABC, em que pese os sustos tomados no primeiro tempo, quando a equipe do Rio Grande do Norte construiu três chances reais de gol, duas em cobranças de falta, devolveu a autoestima do grupo que, nos jogos anteriores foi ao êxtase nos últimos minutos, quando aconteceram gols salvadores.
Levanta-te e resolve!
Eis a ordem que vinha das arquibancadas para o craque Ortigoza, que somente no entendimento do treinador deveria figurar no banco. E, como se fosse regra, ele entrou em campo e resolveu. Marcou o primeiro gol da vitória (2x0) que carimbou o passaporte alvirrubro para a próxima fase da competição. A partir daquele momento determinante o Náutico passou a jogar com inteligência: os jogadores que estavam pendurados forçaram o recebimento dos cartões e, dessa forma, o time chegar inteiro, com sua força máxima disponível para o mata, mata, que definirá quais os clubes que terão acesso à Série B no próximo ano.
A mudança na forma de disputa é um desafio a mais para os oito clubes que estarão envolvidos no mata, mata. A disputa será num cruzamento olímpico, ou seja, o primeiro do Grupo A medirá forças com o quarto colocado do Grupo B. Teoricamente uma vantagem, razão pela qual é importante o Náutico se garantir como primeiro do Grupo A. Se a disputa da primeira fase fosse encerrada neste final de semana os comandados de Márcio Goiano iriam medir forças com o Bragantino. A adequação a essa mudança na forma de disputa não é tarefa fácil. Vimos o esforço do Fortaleza para deixar a Série C. O time
cearense, que está liderando a Série B, fez várias tentativas para poder superar o desafio na Terceira Divisão. Conseguiu ano passado.
No momento, o importante é chegar na próxima fase com a autoestima e a autoconfiança altas. O resto, é só não deixar Ortigoza quarando no banco que ele resolve. Afinal, "nada substitui o talento.
CLAUDEMIR GOMES

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