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terça-feira, 7 de agosto de 2018

OPERAÇÃO PONTO CEGO

'Tenho uma vida pública honrada', diz promotor Marcellus Ugiette, alvo da Operação Ponto Cego

                                             Promotor de Execuções Penais, Marcellus Ugiette                                                 Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco


Ugiette afirmou que está à disposição da Corregedoria do Ministério Público de Pernambuco e que coloca seus sigilos bancário e fiscal à disposição da Justiça

promotor da Vara de Execuções Penais Marcellus Ugiette, um dos alvos da Operação Ponto Cego, da Polícia Civil de Pernambuco, rebateu, por meio de nota divulgada na noite desta segunda-feira (6), as acusações de corrupção passiva reveladas pela manhã em coletiva de imprensa. Ugiette afirmou que está à disposição da Corregedoria do Ministério Público e que coloca seus sigilos bancário e fiscal à disposição da Justiça.

"Foi com a mais absoluta perplexidade que recebi a informação de que estou sendo investigado por suposto envolvimento na transferência de presos e recebimentos de 'presentes'", disse o promotor em nota. 

Ele também ressaltou o respeito que tem pelo Ministério Público de Pernambuco, onde atua desde 1987, e disse que tem "certeza de que o MP saberá conduzir as investigações com a maior transparência possível". "Nada tenho a temer, muito pelo contrário. Quero ir até o fim para mostrar que nada tenho a ver com as ilações apresentadas", pontuou.

Ugiette agradeceu as mensagens de apoio que tem recebido e alegou que "indícios não são provas". "Estou certo que, ao final de tudo, serei inocentado dessas graves acusações que, desde agora, repilo de forma veemente pois como promotor público não posso deixar de acreditar na justiça", afirmou. 

Entenda o caso
O promotor da Vara de Execuções Penais Marcellus Ugiette está entre os alvos da Operação Ponto Cego, deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco, na última sexta-feira (3). A revelação foi feita em uma coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (6), na sede da corporação. Ugiette foi afastado das funções e responderá a procedimentos administrativo e penal. 

De acordo com o coordenador do Grupo de Apoio Especializado de Enfrentamento às Organizações Criminosas do MPPE (Gaeco), promotor de Justiça Ricardo Lapenda, durante as investigações, foram encontrados indícios de corrupção passiva.


FolhaPE 

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