Extrema unção? Lula, o último ato
Apesar de saber que a hora chegaria, o petista tem dado sinais de resistência.
A situação, dizem, é afinal bem diferente de quando ele ajudou a eleger Dilma Rousseff em 2010 —Lula sabia que poderia retomar o comando da situação. Agora, preso, não conseguirá manter a mesma relevância no dia a dia —qualquer que seja o resultado das urnas.
A batalha jurídica que ele trava, potencializada até agora por sua candidatura, tenderia, por outro lado, a perder os holofotes no Brasil e no exterior.
Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

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