Resposta de general traça a linha amarela
A reação do general Villas Bôas aos comentários de Olavo Carvalho veio após se consolidar na caserna a avaliação de que Jair Bolsonaro tem concedido um tratamento ao ministro e também general Santos Cruz em muito semelhante ao dispensado a Gustavo Bebianno, demitido da Secretaria de Governo pelo presidente ainda em fevereiro.
O tranco público de Villas Bôas no escritor foi entendido ainda como uma linha amarela assinalando o limite entre o que é aceitável e o que é inadmissível na relação entre os núcleos de poder do Planalto.
Tradução. Quem conhece Villas Bôas comparou o episódio ao tuíte dele na véspera do julgamento do habeas corpus de Lula no STF, quando ele disse que o Exército se mantinha “atento às suas missões institucionais”. Falou o que estava entalado nos quartéis.
Bolsonaro prometeu à bancada da bala que editará a MP do recadastramento de armas ainda no primeiro semestre. Hoje deve assinar decreto que permite atiradores esportivos a andar com o artefato municiado.
Acabou… O entrevero domingo na convenção PSDB-SP (porque um grupo queria impedir a votação da ala Mulher do partido) acabou em representação na Comissão de Ética e até em boletim de ocorrência.
Acabou… O entrevero domingo na convenção PSDB-SP (porque um grupo queria impedir a votação da ala Mulher do partido) acabou em representação na Comissão de Ética e até em boletim de ocorrência.
Coluna do Estadão – Alberto Bombig

Nenhum comentário:
Postar um comentário