Alê Santos, Chico, Ewerthon... Daniel elogia, mas pede calma com a base: 'Não é a solução'
'Temos que ajustar uma equipe primeiro para, aos poucos, dar oportunidade' (Foto: Anderson Stevens/ Sport Recife )
Técnico afirmou que o mais importante, antes, é dar um contexto que os ajude a desempenhar bom futebol, e não quer colocá-los de qualquer forma no time
No primeiro mês da temporada, o torcedor do Sport se acostumou a ver a base em campo. Com o rodízio promovido pelo então técnico Guto Ferreira, os pratas da casa atuaram com regularidade nos cinco primeiros jogos do Estadual. Mas após a chegada de Daniel Paulista, que instituiu o fim do revezamento entre as equipes nas competições, foram remotos os minutos para os atletas formados no clube.
No entanto, isso não significa que os jovens rubro-negros estão fora dos planos, conforme afirmou o treinador. Segundo ele, todos terão oportunidade, mas, antes, quer dar as condições que acredita serem as adequadas para tal - ou seja, um time padronizado, conforme explica - para evitar queimar etapas.
"Eu acredito muito que a base não pode ser a solução para os nossos problemas, mas a base do Sport sempre teve boas opções, qualidade. Temos que dar condições para os garotos terem a tranquilidade e renderem o melhor, para a gente não (acabar por) ter uma avaliação precoce ou errada sobre o jogador por um ou dois jogos", iniciou.
"Temos que ajustar uma equipe primeiro para, aos poucos, dar oportunidade e condições para (a base) render o que se espera e desenvolver a carreira no clube”.
Neste ano, quatro jogadores fizeram a estreia como profissional. Foram eles o lateral direito Ewerthon, o lateral esquerdo Luciano - inclusive elogiado após o empate contra o Petrolina -, o volante Alê Santos e o atacante Júlio. Além disso, o zagueiro Chico e o atacante Pardal voltaram a ser usados com um pouco mais de frequência.
“A gente tem que ter equilíbrio para colocar um menino da base. É como eu, não se pode colocar um menino da base em uma equipe que não está ajustada, entrosada e acreditar que ele vai ser a solução dos problemas", afirmou.
"Pode acontecer? Pode, mas na maioria dos casos, esse lançamento precoce, sem um preparo, sem uma estrutura montada para que o atleta renda, pode comprometer um desenvolvimento de carreira de um atleta jovem, promissor, que por uma partida ou duas vai ser avaliado se é bom ou ruim", ponderou.
Com Daniel Paulista foram usados até aqui Luciano, após lesão de Sander, e Ewerthon, acionado do decorrer dos jogos contra o Agofados e a Fera Sertaneja por problemas pontuais de lesão. O comandante ainda se alongou falando sobre três peças específicas: 0 próprio lateral direito, Chico e Alê Santos.
Com mais de 50 jogos com a camisa rubro-negra, Mailson (reserva), Ronaldo (reserva acionado nos últimos jogos) e Adryelson (titular) são peças consolidadas no elenco (Foto: Fotos: Anderson Stevens/ Sport Recife)
No entanto, isso não significa que os jovens rubro-negros estão fora dos planos, conforme afirmou o treinador. Segundo ele, todos terão oportunidade, mas, antes, quer dar as condições que acredita serem as adequadas para tal - ou seja, um time padronizado, conforme explica - para evitar queimar etapas.
"Eu acredito muito que a base não pode ser a solução para os nossos problemas, mas a base do Sport sempre teve boas opções, qualidade. Temos que dar condições para os garotos terem a tranquilidade e renderem o melhor, para a gente não (acabar por) ter uma avaliação precoce ou errada sobre o jogador por um ou dois jogos", iniciou.
"Temos que ajustar uma equipe primeiro para, aos poucos, dar oportunidade e condições para (a base) render o que se espera e desenvolver a carreira no clube”.
Neste ano, quatro jogadores fizeram a estreia como profissional. Foram eles o lateral direito Ewerthon, o lateral esquerdo Luciano - inclusive elogiado após o empate contra o Petrolina -, o volante Alê Santos e o atacante Júlio. Além disso, o zagueiro Chico e o atacante Pardal voltaram a ser usados com um pouco mais de frequência.
“A gente tem que ter equilíbrio para colocar um menino da base. É como eu, não se pode colocar um menino da base em uma equipe que não está ajustada, entrosada e acreditar que ele vai ser a solução dos problemas", afirmou.
"Pode acontecer? Pode, mas na maioria dos casos, esse lançamento precoce, sem um preparo, sem uma estrutura montada para que o atleta renda, pode comprometer um desenvolvimento de carreira de um atleta jovem, promissor, que por uma partida ou duas vai ser avaliado se é bom ou ruim", ponderou.
ALÊ SANTOS
“Alê Santos é um jogador que conheço desde o sub-17, quando trabalhava aqui. Um atleta que jogou em alguns momentos como zagueiro, cresceu, se desenvolveu. É um atleta que estamos observando, tem potencial e, no futuro, quando a gente entender que é o momento, possa estar ganhando a sua oportunidade. Não só para ele, mas para todos os atletas da base".
CHICO
"Chico dentro dos treinamentos está mostrando o potencial que a gente acredita que ele tem, conhecemos há muito bem dentro da categoria de base. O Sport sempre teve bons talentos. Temos que ter o momento exato para colocar os atletas e eles estarem rendendo”.
EWERTHON
"Ewerthon pela segunda vez vem entrando, contra o Afogados foi numa posição mais ofensiva, não como lateral porque a gente já enxergou nele uma condição ofensiva boa. Contra o Petrolina também entrou atacando muito bem. Estamos conhecendo alguns atletas, vendo o melhor de cada um".
DP


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