Sistema defensivo é o ponto forte do Náutico comandado pelo técnico Hélio dos Anjos
Desde que o treinador chegou, time sofreu apenas 13 gols em 19 jogos
Quando Hélio dos Anjos assumiu o Náutico, na 22ª rodada da Série B, o sistema defensivo era, junto ao da Ponte Preta, o segundo pior do campeonato. Com os ajustes feitos pelo comandante, o número de gols sofridos, a partir da sua chegada, diminuiu consideravelmente. Nas primeiras duas partidas do Campeonato Pernambucano, por exemplo, o Timbu é o único clube que não sofreu gol.
Na Série B, Hélio comandou o Náutico em 17 jogos. Nesse período, o time, que havia sido vazado 29 vezes, tomou apenas 13 gols. Uma média de 0,76 gol por jogo. Antes, era de 1,38. Tomando como base o recorte do período disputado pelo treinador, o Timbu só sofreu mais gols do que o América-MG e o Cruzeiro.
Para que isso acontecesse, o aumento de produção dos jogadores defensivos foi primordial. Com a chegada de Anderson, o gol deixou de ser uma preocupação para a comissão técnica. Além disso, o lateral Kevyn, que está em litígio com o clube, dominou o lado esquerdo. Camutanga, após ganhar sequência, voltou a atuar bem.
Juntando o desempenho geral na Série B, envolvendo os trabalhos de Gilmar Dal Pozzo e Gilson Kleina, o Náutico terminou a competição com a 10ª melhor defesa, empatado com o Juventude. Sob o comando de Hélio, o alvirrubro sofreu, no máximo, dois gols em uma única partida.
Ofensivamente, na competição nacional, o desenvolvimento foi menor. Com o atual comandante, foram 15 gols marcados nas mesmas 17 partidas. Uma média de 0,88 gol por jogo. Entretanto, no início do Estadual, o número subiu significativamente. Em dois jogos, o Náutico acumula seis gols, tendo, por enquanto, o melhor ataque da competição.
DP

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