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sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

TRANSFERINDO A CULPA

Alvo da PF pelo suposto recebimento de propina, Ciro Gomes tenta "jogar a culpa" em Bolsonaro



Fatos investigados ocorreram entre 2010 e 2013 e teriam rendido R$ 11 milhões em propinas ao grupo de Ciro Gomes




Alvo de uma operação da Polícia Federal deflagrada nesta quarta-feira (15) para investigar um suposto esquema de pagamento de propina aos irmãos Ferreira Gomes e outros políticos cearenses, o pedetista Ciro Gomes tentou levantar uma cortina de fumaça e tirar o foco da mídia do seu escândalo familiar.

Sem se preocupar em se defender das (graves) suspeitas, o ex-governador do Ceará tratou logo de jogar a culpa em cima do presidente Bolsonaro, mesmo tendo plena consciência de que os fatos investigados ocorreram entre 2010 e 2013, quando a presidente era Dilma e o governador do Ceará era o irmão de Ciro, Cid Gomes.

Isso mesmo, 8 anos depois e a farra com dinheiro público na Copa de 2014 no Brasil dos governos petistas continua produzindo vergonhosas manchetes. Desta vez, R$ 11 milhões teriam sido pagos em propina ou em forma de falsas doações de campanha

Assim como todo corrupto pego com a mão no dinheiro, o suspeito Ciro quer emplacar a narrativa de que se trata de uma perseguição política, e você leitor já viu esse filme antes. Acusa o investigador que encontrou provas de um suposto delito, ataca a Justiça e tenta descredibilizar uma instituição respeitadíssima como a Polícia Federal.

"Em tempos de um canalha como o Bolsonaro, a Polícia Federal veio na minha casa, nunca em 40 anos ninguém levantou uma suspeita. Não acho que sou um cidadão acima da lei, acho que todo mundo pode e deve ser investigado se houver qualquer tipo de denúncia ou acusação", bravateou Ciro pelas redes sociais.

Ciro Gomes também desconsiderou o fato de que foi um juiz de direito, e não Bolsonaro, quem autorizou a operação policial contra os três irmãos por ter encontrado "elementos materiais confirmatórios", as famosas "provas"

Talvez Ciro não acredite tanto em sua inocência quanto acredita que pode usar o caso para atacar o presidente Bolsonaro e obter ganhos eleitorais e políticos com a inesperada visita dos agentes da federal em sua casa.

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