PL confirma Jorginho Mello candidato à reeleição em SC
Jorginho Mello, Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Renan Bolsonaro Foto: Vittor Sales/Divulgação Campanha
Flávio Bolsonaro participou da convenção estadual do partido
PL de Santa Catarina confirmou neste sábado (1º) o nome do atual governador Jorginho Mello como candidato à reeleição, após convenção estadual do partido. O evento aconteceu na cidade de São José, na Grande Florianópolis, e contou com a presença do senador e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), além de lideranças regionais.
Ao discursar, Mello destacou que conta hoje com o apoio da maioria dos prefeitos do Estado por ser um governador “municipalista”. Ele também disse que foi o único governador da federação que não aumentou impostos durante a sua gestão. “É isso, Flávio, que você deve fazer quando for presidente. Estamos cansados de pagar contas mal feitas”, disse.
Os pré-candidatos ao Senado pelo partido, Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro, também discursaram e reforçaram críticas à esquerda e ao PT, a necessidade de manter a direita unida contra a “perseguição” de algumas instituições e endossaram o apoio à reeleição de Jorginho Mello e a eleição de Flávio Bolsonaro. “Os Bolsonaro representam o futuro do nosso País”, disse Caroline De Toni.
– Corre nessas veias sangue de Jair Bolsonaro – discursou Carlos Bolsonaro. Ele também destacou a necessidade de combater a perseguição que, segundo ele, é praticada contra a direita e seu pai. Ao discursar, o filho “04” do ex-presidente também prometeu lutar pela libertação dos presos envolvidos nos atos terroristas de 8 de janeiro.
– É a última chance que o Brasil tem de continuar com o que restou da sua democracia – disse
O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, Jorginho Mello, disse que o País deveria mirar no exemplo de Santa Catarina. Segundo ele, graças ao trabalho do partido na região, fazer eventos de campanha no Estado significa, “pregar para convertidos”.
– Com muito orgulho, Santa Catarina tem feito a diferença no nosso País. As pessoas aqui conseguem votar de forma diferente, não entram nas narrativas do PT – afirmou.
*AE
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