Um feito inédito para Waldemar
Técnico alvirrubro acredita que o clube sai ganhando
O carioca Waldemar Lemos, 57 anos, está fazendo história no Náutico. E não é só por recolocar o clube na Primeira Divisão nacional. Permanecer à frente da mesma equipe de um ano para outro não é missão fácil em nenhum clube do Brasil. E no Timbu não é diferente. Para se ter uma ideia de como tal fato pode ser considerado um feito para um treinador em Pernambuco e em todo o país, Waldemar, ao longo dos seus 25 anos de carreira como técnico e depois de comandar 15 clubes, jamais defendeu o mesmo time de um ano para outro.
Para o tranquilo treinador, essa realização de ficar de uma temporada para outra determina uma série de benefícios para o clube que mantém o técnico. “A linha de trabalho é mantida com um profissional que já conhece bem o clube, sabe as necessidades, os interesses, qualidades e defeitos daquele ambiente. Tudo isso pode ser contado como vantagem para quem consegue esse êxito, cada vez mais difícil de ser conseguido”, pontuou Waldemar Lemos, que renovou o contrato com o Timbu até o final de 2012.
Treinador do Náutico no biênio 1960/1961, o pernambucano Gentil Cardoso fez história no futebol brasileiro. Dono da seleta frase “Dei-me Ademir Menezes (Queixada) e eu lhes darei o título”, o técnico foi rei no Rio de Janeiro, quando cumpriu a promessa e foi campeão pelo Fluminense, em 1946, ao receber o atacante pernambucano, que seria o artilheiro da Copa do Mundo de 1950 (com nove gols). “Gentil era um frasista (nato). Depois da passagem vitoriosa no Rio, veio para o Recife, onde foi campeão no Sport e no Santa Cruz, até chegar no Náutico e também conseguir a taça em 1961”, pontuou Carlos Celso. Gentil nasceu no bairro da Torre, em julho de 1906, e faleceu no Rio de Janeiro, em setembro de 1970.
Para o tranquilo treinador, essa realização de ficar de uma temporada para outra determina uma série de benefícios para o clube que mantém o técnico. “A linha de trabalho é mantida com um profissional que já conhece bem o clube, sabe as necessidades, os interesses, qualidades e defeitos daquele ambiente. Tudo isso pode ser contado como vantagem para quem consegue esse êxito, cada vez mais difícil de ser conseguido”, pontuou Waldemar Lemos, que renovou o contrato com o Timbu até o final de 2012.
| Gentil Cardoso costumava fiscalizar de perto os reparos no gramado dos Aflitos |
Treinador do Náutico no biênio 1960/1961, o pernambucano Gentil Cardoso fez história no futebol brasileiro. Dono da seleta frase “Dei-me Ademir Menezes (Queixada) e eu lhes darei o título”, o técnico foi rei no Rio de Janeiro, quando cumpriu a promessa e foi campeão pelo Fluminense, em 1946, ao receber o atacante pernambucano, que seria o artilheiro da Copa do Mundo de 1950 (com nove gols). “Gentil era um frasista (nato). Depois da passagem vitoriosa no Rio, veio para o Recife, onde foi campeão no Sport e no Santa Cruz, até chegar no Náutico e também conseguir a taça em 1961”, pontuou Carlos Celso. Gentil nasceu no bairro da Torre, em julho de 1906, e faleceu no Rio de Janeiro, em setembro de 1970.
Nenhum comentário:
Postar um comentário