Só restou Magrão
Com dispensa de Daniel Paulista, goleiro é o único remanescente da conquista da Copa do Brasil
Diario de Pernambuco
Magrão, Diogo, Durval, Igor e Dutra; Daniel Paulista, Sandro Goiano, Luciano Henrique (Everton) e Kássio (Enílton); Carlinhos Bala e Leandro Machado (Roger). A lista desses 14 jogadores sempre estará cravada na história do Sport. Aconteça o que acontecer. Afinal, foram eles que, em campo, sacramentaram a conquista da Copa do Brasil em cima do Corinthians. Aos poucos, porém, os atletas foram deixando o clube. Com a saída de Daniel Paulista, ontem, o fim de uma Era se aproxima. Sem o volante, Magrão passa a ser o único remanescente do grupo.
Sete dias depois de anunciar a saída de 12 jogadores da equipe, o Sport resolveu ampliar a lista. Sobrou para a dupla de “Paulistas”. Além do meio-campista, o atacante “filho” do munícipio vizinho ao Recife, não permanecerá no clube. Destinos iguais, mas adeus com peso distintos.
Daniel Paulista é ídolo da torcida rubro-negra. Jogador com forte liderança de grupo, ele foi um dos pilares que condiziu a equipe ao histórico título da Copa do Brasil e ficou quase cinco anos no Sport. Mais do que as conquistas em campo, ele valeu o CT do clube. Foi com os cerca de R$ 2 milhões da sua venda para o Rapid Bucareste, da Romênia, que os leoninos compraram o terreno em Paratibe.
Neste ano, porém, o jogador esteve longe do auge de sua forma física. Sofreu com diversas lesões. A última foi uma fratura no tornozelo direito. Triste despedida após 144 partidas com a camisa leonina. Durante todo o dia de ontem, o Superesportes tentou entrar em contato com o jogador. No entanto, o celular estava desligado.
Agora único remanescente, Magrão, surpreso, lamentou a saída do companheiro. “Ele fez muitas coisas boas para o Sport além da Copa do Brasil. É um jogador de grupo, que ajuda os colegas fora de campo também”, disse. “Agora eu sou o último dos moicanos (risos). Pretendo ficar muito tempo no Sport para não só lembrar do passado, mas conseguir novas alegrias”, acrescentou.
Sete dias depois de anunciar a saída de 12 jogadores da equipe, o Sport resolveu ampliar a lista. Sobrou para a dupla de “Paulistas”. Além do meio-campista, o atacante “filho” do munícipio vizinho ao Recife, não permanecerá no clube. Destinos iguais, mas adeus com peso distintos.
Daniel Paulista é ídolo da torcida rubro-negra. Jogador com forte liderança de grupo, ele foi um dos pilares que condiziu a equipe ao histórico título da Copa do Brasil e ficou quase cinco anos no Sport. Mais do que as conquistas em campo, ele valeu o CT do clube. Foi com os cerca de R$ 2 milhões da sua venda para o Rapid Bucareste, da Romênia, que os leoninos compraram o terreno em Paratibe.
Neste ano, porém, o jogador esteve longe do auge de sua forma física. Sofreu com diversas lesões. A última foi uma fratura no tornozelo direito. Triste despedida após 144 partidas com a camisa leonina. Durante todo o dia de ontem, o Superesportes tentou entrar em contato com o jogador. No entanto, o celular estava desligado.
Agora único remanescente, Magrão, surpreso, lamentou a saída do companheiro. “Ele fez muitas coisas boas para o Sport além da Copa do Brasil. É um jogador de grupo, que ajuda os colegas fora de campo também”, disse. “Agora eu sou o último dos moicanos (risos). Pretendo ficar muito tempo no Sport para não só lembrar do passado, mas conseguir novas alegrias”, acrescentou.
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