Dinheiro: o outro lado da moeda para Náutico, Santa Cruz e Sport
O Leão conseguiu controlar os gastos, se aproveitando da receita acima da média na região
Se as receitas vêm crescendo de uma forma geral nos clubes de futebol mais tradicionais do país, as dívidas, algumas delas com décadas de história, viraram uma enorme bola de neve, difícil de controlar. No Recife, alvirrubros, rubro-negros e tricolores precisam driblar credores a todo momento. A soma dos passivos circulante e não circulante dos respectivos balanços aponta um negativo de R$ 170.898.306. É verdade que o número melhorou 3,7% em relação a 2011, mas de fato, aconteceu apenas na Ilha do Retiro.
O Leão conseguiu controlar os gastos, se aproveitando da receita acima da média na região, e reduziu o rombo. Santa e Náutico, por outro lado, aumentaram mais um pouco o passivo, ambos acima dos 70 milhões de reais. Financiamentos, dívidas trabalhistas (calo tratado em conjunto pelos três junto à Justiça do Trabalho, num acordo iniciado em 2003), obrigações tributárias e sociais estão entre os principais vetores.
Considerando os vinte principais clubes do país, a dívida avaliada pelo Ministério do Esporte passa de R$ 4 bilhões. Há um projeto sendo articulado pelo governo federal para “perdoar” 90% desta dívida. O acordo seria feito por uma troca, viabilizando projetos sociais com a abertura da estrutura dos clubes, como ginásios, academias e piscinas. O anteprojeto do deputado Vicente Cândido (PT-SP) ainda está sofrendo ajustes.
Entre os principais aliados, os maiores devedores, claro. Uma auditoria no início do ano recalculou a dívida do Flamengo, a maior do Brasil, para R$ 741 milhões. O segundo clube mais popular do país, o Corinthians, deve mais que todos os times de Pernambuco juntos. Por outro lado, a receita do Timão apenas com a televisão, de R$ 153 milhões, supera a receita do Trio de Ferro.
O Leão conseguiu controlar os gastos, se aproveitando da receita acima da média na região, e reduziu o rombo. Santa e Náutico, por outro lado, aumentaram mais um pouco o passivo, ambos acima dos 70 milhões de reais. Financiamentos, dívidas trabalhistas (calo tratado em conjunto pelos três junto à Justiça do Trabalho, num acordo iniciado em 2003), obrigações tributárias e sociais estão entre os principais vetores.
Considerando os vinte principais clubes do país, a dívida avaliada pelo Ministério do Esporte passa de R$ 4 bilhões. Há um projeto sendo articulado pelo governo federal para “perdoar” 90% desta dívida. O acordo seria feito por uma troca, viabilizando projetos sociais com a abertura da estrutura dos clubes, como ginásios, academias e piscinas. O anteprojeto do deputado Vicente Cândido (PT-SP) ainda está sofrendo ajustes.
Entre os principais aliados, os maiores devedores, claro. Uma auditoria no início do ano recalculou a dívida do Flamengo, a maior do Brasil, para R$ 741 milhões. O segundo clube mais popular do país, o Corinthians, deve mais que todos os times de Pernambuco juntos. Por outro lado, a receita do Timão apenas com a televisão, de R$ 153 milhões, supera a receita do Trio de Ferro.
Diario de Pernambuco
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