Náutico deve ter reforço de gringos no time titular no clássico contra o Santa Cruz
Gaston citou o seu bom retrospecto em clássicos. Cañete disse que o time tme que dar a vida
Argentino Cañete e uruguai Gaston Filguera devem ganhar uma chance
Cotado para assumir a vaga de Raí depois de substituí-lo no jogo com o Icasa, Gaston citou o próprio retrospecto em clássicos em seu favor nesta disputa pela lateral esquerda alvirrubra. Até aqui, foram sete dérbis - todos no Uguruai -, sendo quatro Nacional x Peñarol e três Cerro x Rampla. “Meu retrospecto é muito positivo. Foram seis vitórias e espero ganhar no sábado também”, ressaltou.
Cañete, que deve reforçar o setor de criação ao lado de Vinícius, lembrou que em partidas assim, contar com jogadores experientes pode fazer a diferença. “Pesa muito em qualquer jogo e num clássico, ainda mais. Quem já participou de uma partida assim sabe que é outro ritmo, outra entrega”, justificou. “O atleta mais rodado sabe o que pode jogar a torcida contra a gente, além de saber controlar a cadência do jogo”, acrescentou.
Mas foi com a abordagem de temas um pouco mais polêmicos que se perceberam outras semelhanças entre os clássicos daqui e os de lá. “Do Santa Cruz eu não vou falar nada. Estou aqui e não lá”, esquivou-se Gaston, questionado sobre a motivação da equipe rival. “Clásico es clássico. Tem que entrar em campo e dar a vida”, emendou Cañete.
O argentino reforçou também que o Náutico tem a obrigação de vencer o jogo. “A torcida, o ambiente... É o clima que faz do clássico um jogo diferente. As cores podem mudar, mas clássico é clássico em qualquer lugar. E, como em qualquer lugar, temos a obrigação de vencer”, disse.
Diario de Pernambuco

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