PARALIMPÍADA TEM ABERTURA ESPETACULAR, COM CADEIRANTE 'VOANDO'
O AMERICANO AARON WHEELZ DESCEU MEGARRAMPA NO MARACANÃ E PASSA POR DENTRO DENTRO DE UM CÍRCULO DE FOGOS. (FOTO: TOMAZ SILVA/ABR)
CADEIRANTE AARON WHEELZ VOA NO MARACANÃ, QUE VAIOU MICHEL TEMER
Wheelz [o nome é uma brincadeira com a palavra inglesa “rodas”] nasceu com espinha bífida, uma malformação congênita. O sonho dele é desenhar o modelo de cadeira de rodas “mais radical de todos os tempos”. Como ele mesmo diz, “se tem rodas, como não ser divertido?”. Ele é o único cadeirante a descer em megarrampas no mundo.
A rampa foi aprovada pelo skatista brasileiro Bob Burnquist. Ele testou e validou a estrutura. Quando Aaron despontou no alto da rampa, o público o aplaudiu muito e esperou o momento. O estouro dos fogos à passagem do cadeirante foi a senha para o público no Maracanã explodir em delírio, em uma festa de luz e som.
Vaias e aplausos
Como ocorre em qualquer solenidade no Maranhão - "que vaia até minuto de silênico, como diz a mídia esportiva - a solenidade de abertura dos Jogos Paralímpicos foi marcada também por vaias e aplausos. Primeiro, quando o brasileiro Carlos Nuzman, em seu discurso, agradeceu o apoio recebido "gos governos federal, estadual e municipal. Depois quando o presidente do Comitê Paralímpico Internacional concluiu seu discurso fazneod referência ao presidente Michel Temer.
Como ocorre em qualquer solenidade no Maranhão - "que vaia até minuto de silênico, como diz a mídia esportiva - a solenidade de abertura dos Jogos Paralímpicos foi marcada também por vaias e aplausos. Primeiro, quando o brasileiro Carlos Nuzman, em seu discurso, agradeceu o apoio recebido "gos governos federal, estadual e municipal. Depois quando o presidente do Comitê Paralímpico Internacional concluiu seu discurso fazneod referência ao presidente Michel Temer.
A vaia que se ouviu foi estrondosa quando Temer declarou abertos os jogos, mas também se ouviram aplausos, ainda que bem menos audíveis.

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