LULA QUER R$1 MILHÃO DE PROMOTOR QUE PEDIU SUA PRISÃO POR CORRUPÇÃO
ADVOGADOS DE DEFESA DO EX-PRESIDENTE PROTOCOLARAM NESTA QUINTA-FEIRA, 12, AÇÃO DE REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS CONTRA PROMOTOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE SÃO PAULO (FOTO: GABRIELA BILÓ/ESTADÃO CONTEÚDO)
EX-PRESIDENTE QUER INDENIZAÇÃO DE R$ 1 MILHÃO DE PROMOTOR
A ação deverá ser distribuída a uma Vara Cível de São Bernardo do Campo, onde Lula reside, e pede que Conserino seja condenado a pagar R$ 1 milhão ‘a título de indenização ao ex-presidente, levando-se em consideração a extensão dos danos causados e, ainda, a capacidade econômico-financeira do citado agente público’.
Em 2016, no âmbito de uma investigação sobre o apartamento triplex no Guarujá, o promotor pediu à Justiça estadual decretação da prisão de Lula.
Segundo os advogados de Lula, a ação demonstra ‘a utilização das prerrogativas e do cargo de Promotor de Justiça pelo réu (Conserino) para causar danos à imagem, à honra e à reputação de Lula’.
Os advogados do petista afirmam que ‘a atuação dolosa do réu no exercício de suas funções foi confirmada por dois fatos supervenientes, o abandono da causa pelo réu, após a Justiça excluir Lula da sua esfera de atuação funcional – alegando ‘motivo de foro íntimo’) e, ainda, pela reprodução e divulgação de publicação manifestamente ofensiva ao ex-presidente, tratado como ‘Encantador de Burros’) em conta do réu em rede social (Facebook)’.
Os advogados do petista afirmam que ‘a atuação dolosa do réu no exercício de suas funções foi confirmada por dois fatos supervenientes, o abandono da causa pelo réu, após a Justiça excluir Lula da sua esfera de atuação funcional – alegando ‘motivo de foro íntimo’) e, ainda, pela reprodução e divulgação de publicação manifestamente ofensiva ao ex-presidente, tratado como ‘Encantador de Burros’) em conta do réu em rede social (Facebook)’.
A defesa de Lula destacou que no dia 9 de novembro de 2016, o Conselho Nacional do Ministério Público instaurou Reclamação Disciplinar contra Conserino, ’em atenção a requerimento que fizemos levando em consideração parte dos mesmos fatos tratados na ação judicial hoje proposta’.
(AE)

Nenhum comentário:
Postar um comentário